Compromissos para renovar a vida
Para o planeta
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25 %
No Brasil, parte dos territórios onde atuamos apresenta condições naturais de maior estresse hídrico, com disponibilidade limitada de água e competição crescente por esse recurso. Como nossas operações dependem materialmente dos serviços ecossistêmicos relacionados à água, alterações no estado da natureza podem afetar a disponibilidade e a qualidade desses serviços, gerando potenciais riscos físicos e de transição para o negócio.
Reconhecemos nossa responsabilidade pela gestão da água nas bacias hidrográficas onde atuamos, considerando não apenas o uso decorrente de nossas operações, mas também a responsabilidade compartilhada com outros usuários que dependem desse mesmo recurso. Para prevenir e contribuir para a melhoria contínua da qualidade desses ambientes, a Suzano desenvolve e implementa ações de manejo diretas e indiretas com foco na disponibilidade dos recursos hídricos.
A partir do mapeamento das bacias hidrográficas em nossas áreas de atuação no Brasil, foram identificadas 44 bacias críticas¹. Para cada uma delas, conduzimos um diagnóstico ambiental detalhado, seguido de recomendações técnicas de ações de manejo florestal², capazes de influenciar positivamente o balanço hídrico. Essas ações, que incluem aumento de espaçamento de plantio e mosaico de idades, são foco da nossa meta corporativa, a qual é medida por hectares implementados por estas ações nas bacias críticas.
Com isso, a companhia assumiu o compromisso de executar medidas locais mitigadoras que potencializam o aumento da disponibilidade hídrica nas bacias críticas e para fortalecer a resiliência desses territórios frente a eventos de restrição hídrica até 2030.
Execução das recomendações de manejo florestal em áreas de plantio da Suzano, com o objetivo de viabilizar o aumento da disponibilidade hídrica nas 44 bacias hidrográficas classificadas como críticas. Trata-se de um montante do qual totalizam 88.400 hectares, nos quais nossas operações estão inseridas no Brasil.
Implementar o manejo florestal para aumentar a disponibilidade hídrica nas bacias hidrográficas críticas¹ em áreas de atuação da Suzano até 2030.
Em 2025, superamos em 16% a meta prevista para o ano, totalizando ações de manejo em 5.806 hectares localizados em bacias críticas. Essas ações tiveram como foco a aplicação de mosaicos de idades e o aumento do espaçamento de plantio, visando reduzir a pressão sobre a demanda hídrica.
Entre os principais desafios desse compromisso, destaca-se o monitoramento da disponibilidade hídrica nas bacias críticas. Para avançar nesse ponto, em 2025 desenvolvemos e operacionalizamos uma plataforma inovadora que mensura a água na floresta por meio de satélites. Essa solução é fruto de uma parceria de co-desenvolvimento entre a Suzano e a startup Marvin Blue. A ferramenta permitirá ampliar o monitoramento hidrológico e o uso da água pela floresta nas bacias com ações de manejo implementadas, alinhando-se ao escopo da meta.
Além disso, demos continuidade à estratégia de monitoramento nas bacias críticas com a instalação de novos checkpoints em campo (monitoramento in situ), fortalecendo a coleta de dados locais e aumentando nossa capacidade de controle e mensuração do impacto das ações nos recursos hídricos.
Reconhecendo a importância das nascentes como fontes primárias de abastecimento de água e rios, avançamos com o projeto que tem como objetivo promover a proteção e revitalização dessas fontes naturais, especialmente nas bacias críticas. Em 2025, o desenvolvimento de um modelo inovador de machine learning, capaz de mapear nascentes por sensoriamento remoto em bacias críticas, permitiu identificar de forma mais precisa quais nascentes têm necessidade de aplicação do protocolo de avaliação da qualidade ambiental, otimizando o direcionamento das ações. A partir dessa priorização, foi selecionada uma nascente piloto, onde foram realizadas ações de restaução florestal. A inovação tornou o processo de identificação e seleção de nascentes mais eficiente, permitindo intervenções mais rápidas e com maior impacto onde há mais necessidade.
| 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | Total Acumulado | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
|
Percentual de Áreas Manejadas (%) |
0.00 |
7,30% |
0,90% |
0,50% |
9,90% |
6,6% |
25,2% |
|
Áreas Manejadas (ha) |
0,00 |
6.492 |
792 |
442 |
8.757 |
5.806 |
22.290 |
Em 2026, as principais ações planejadas incluem:
Essas iniciativas, integradas, consolidam o foco da Suzano em aplicar e ampliar ações de manejo florestal capazes de influenciar positivamente o balanço hídrico, avançando em direção ao nosso objetivo de aumentar a disponibilidade hídrica nas bacias hidrográficas críticas onde atuamos.
Remover 40 milhões de toneladas de carbono da atmosfera até 2025...
Conectar meio milhão de hectares de áreas prioritárias para a conservação da biodiversidade no Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia.
Aumentar a disponibilidade hídrica em todas das bacias hidrográficas críticas1 nas áreas de atuação da Suzano até 2030...
Disponibilizar 10 milhões de toneladas de produtos de origem renovável, que possam substituir o plástico e outros derivados do petróleo...
Reduzir em 70% os resíduos sólidos industriais enviados para aterro.
100 %
Garantir o ciclo de renovação da água é essencial para a vida no planeta e também para o processo produtivo da Suzano. Na indústria, operamos dentro das melhores práticas internacionais de uso da água, estabelecidos pelo Integrated Pollution Prevention and Control (IPPC) e International Finance Corporation (IFC). Entendemos que reduzir cada vez mais o consumo de água nas nossas operações seja fundamental para reduzir a pegada hídrica de nossos produtos e colaborar com a redução do risco de escassez hídrica nas regiões em que atuamos.
O compromisso abrange a captação de água específica (m³/t), ou seja, o total captado (m³) por tonelada de papel e celulose vendável (t) de todas as unidades industriais da Suzano no Brasil.
Reduzir em 15% a captação de água na indústria por tonelada de produto - de 29,8 m³/t a 25,3 m³/t até 2030².
A captação específica de água realizada em 2025 foi de 25,2 m³/ton, o que representa um avanço de 100% em relação ao baseline³.
Apesar de um ano bastante desafiador, com a realização de nove paradas gerais nas unidades da Suzano – períodos em que o consumo específico tende a aumentar, pois há uso contínuo de água mesmo sem produção –, o resultado superou a meta estabelecida. Iniciativas diversas de aprimoramento de processos e modernização possibilitaram importantes avanços nos resultados das unidades de Imperatriz (MA), Jacareí (SP), Mucuri (BA), Três Lagoas (MS) e Mogi das Cruzes (SP).
Destacamos a unidade de Ribas do Rio Pardo (MS) que, após atingimento da capacidade total de produção, se consolidou como benchmarking interno no tema. A estabilidade operacional alcançada pelo time, aliada às melhores tecnologias aplicadas ao processo, possilitou o alcance de resultados bastante consistentes e trouxe novos horizontes de desafio para o grupo.
| 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| m³/t | m³/t | m³/t | m³/t | m³/t | m³/t | m³/t | m³/t | |
|
Quantidade de água captada nas operações industriais (m³/t) |
29,80 |
29,40 |
28,60 |
26,30 |
25,90 |
26,70 |
26,50 |
25,20 |
Continuaremos conduzindo análises de viabilidade com o objetivo de introduzir tecnologias que contribuam para a boa gestão e a eficiência no consumo de água nas unidades produtivas. Também seguiremos acompanhando o desempenho da operação das unidades de Suzano Packaging (recém-adquiridas pela Suzano), para que elas evoluam com base nas melhores práticas da companhia.
Remover 40 milhões de toneladas de carbono da atmosfera até 2025...
Conectar meio milhão de hectares de áreas prioritárias para a conservação da biodiversidade no Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia.
Aumentar a disponibilidade hídrica em todas das bacias hidrográficas críticas1 nas áreas de atuação da Suzano até 2030...
Disponibilizar 10 milhões de toneladas de produtos de origem renovável, que possam substituir o plástico e outros derivados do petróleo...
Reduzir em 70% os resíduos sólidos industriais enviados para aterro.