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Nosso progresso

108,3 %

contexto

As mudanças climáticas são um desafio global relevante. O planeta vem registrando aumentos de temperatura, especialmente em função das ações antrópicas, que promovem a emissão de gases de efeito estufa (GEE), resultando em uma série de impactos em ecossistemas naturais e comunidades e no desenvolvimento de atividades econômicas.

O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês), em seu reporte Climate Change and Land¹, descreve que “em todas as vias modeladas avaliadas que limitam o aquecimento a 1,5°C ou bem abaixo de 2°C requerem mitigação terrestre e mudança de uso da terra, com a maioria incluindo diferentes combinações de reflorestamento, arborização, redução do desmatamento e bioenergia com alta confiança.”

A Suzano tem uma base florestal significativa, com aproximadamente 2,8 milhões de hectares de área total, que inclui plantios de eucalipto e uma das maiores áreas de matas nativas protegidas privadas do Brasil (conservação e reflorestamento), com aproximadamente 1,1 milhão hectares. Para os próximos anos, temos estratégias de expansão em áreas antropizadas ou degradadas, ampliando a cobertura vegetal. Juntas, as áreas de conservação e os plantios de eucalipto contribuem diretamente para remoção e estoque de dióxido de carbono (CO₂).

Entendemos que atuar no combate às mudanças climáticas é um papel de todos, e a operação integrada do nosso negócio — que une nossas florestas às unidades industriais — nos coloca como atores centrais no avanço dessa agenda. Ao compreender a importância de medidas efetivas no curto prazo, a Suzano reafirmou o seu compromisso de remover mais carbono da atmosfera do que emite e anunciou a antecipação em cinco anos da meta de remover 40 milhões de toneladas de CO₂e da atmosfera, de 2030 para 2025. Mantemos o compromisso de fazer mais do que neutralizar emissões diretas e da cadeia. Nosso objetivo é remover quantidades adicionais e significativas de carbono da atmosfera, sendo esta uma ferramenta adicional e igualmente essencial além das reduções de emissões para combater a crise climática.

informações sobre o KPI da meta
escopo

Remoção líquida de carbono resultante do balanço entre as emissões do Escopo 1 (direto), Escopo 2 (de aquisição de eletricidade) e Escopo 3 (emissões indiretas)² e remoção de CO₂ por meio do plantio de eucalipto e áreas de conservação.

baseline
0 (jan/2020³).
ambição

Remover 40 milhões de toneladas de carbono - de zero a 40 milhões até 2025.

resultados em 2025

Em 2025, alcançamos um saldo positivo de 13.916.471 toneladas de CO₂ equivalente removidas ao longo do ano, o maior resultado anual desde o início da série. Com isso, atingimos um acumulado de 43,3 milhões de toneladas de CO₂ equivalente removidas desde 20204, superando a meta dos 40 milhões estabelecida para o período. Esse desempenho representa 108,2% de atingimento da meta, consolidando um avanço expressivo e contínuo em nossa trajetória de remoções.


Essa evolução reflete a consolidação do manejo florestal sustentável e o papel dos plantios como importantes sumidouros de carbono. O resultado anual foi impulsionado principalmente pelo aumento da área produtiva, pela evolução da idade média das florestas e pela consequente ampliação do volume de madeira em crescimento, fatores que fortalecem o estoque de biomassa e ampliam a capacidade de remoção de CO₂. A entrada de novas áreas produtivas também contribuiu para o ganho de estoque no período.


Ainda que algumas regiões tenham apresentado emissões líquidas devido a ciclos mais intensos de colheita ou redução de área, o desempenho agregado evidencia a robustez da base florestal da empresa e sua contribuição para a mitigação das mudanças climáticas.


Assim como em 2024, incorporamos ao cálculo os créditos de carbono (VCUs) comercializados e/ou aposentados no período, deduzindo‑os do saldo total de remoções líquidas, o que garante transparência e integridade no reporte das remoções efetivamente atribuídas à Companhia.


O resultado de 2025 reafirma o compromisso da Suzano com a gestão responsável de seus ativos florestais e com o avanço de sua agenda climática de longo prazo.

Acompanhamento do kpi
Combater a crise climática202020212022202320242025
tCO₂e tCO₂e tCO₂e tCO₂e tCO₂e tCO₂e

Balanço de CO₂

-15.200.312,00

-24.096.569,00

-22.011.839,00

-27.111.149,00

-29.393.143,00

-43.309.613,00


O que faremos em 2026

Em 2026, avançaremos em uma etapa crucial de nossa agenda climática, marcada por novos requisitos metodológicos e pela consolidação de frameworks internacionais voltados ao setor de uso da terra. O GHG Protocol Land Sector and Removals, cuja publicação está prevista para o início de 2026, representará um marco para o reporte corporativo de emissões e remoções biogênicas. Assim, dedicaremos esforços ao entendimento profundo das novas orientações, avaliando os impactos sobre nossos inventários e processos de contabilização.

  1. Fonte: Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC)
  2. Em 2020, as categorias de escopo 3 definidas para compor esta meta foram: Bens e serviços comprados (escopo parcial referente ao transporte de insumos); Transporte e distribuição upstream; Transporte e distribuição downstream; Deslocamento de funcionários(as); Resíduos; e Viagens aéreas e negócios. As outras categorias de escopo, publicadas no ano de 2024, não são consideradas nesta meta que teve finalização em 2025. Além disso, as emissões da Suzano Packaging não foram consideradas nesta meta.
  3. A Suzano removeu carbono da atmosfera anteriormente, mas, para efeito da meta, as remoções serão contabilizadas a partir de 2020.
  4. O valor do indicador é referente ao acumulado de 2020, 2021, 2022, 2023, 2024 e 2025.
  5. A partir de 2023, a Suzano adicionou os créditos de carbono comercializados no balanço total.

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contexto

As mudanças climáticas são um desafio global relevante. Segundo o Relatório Anual de Riscos Globais do Fórum Econômico Mundial¹, nos próximos dez anos, os riscos de maior probabilidade são: o fracasso da ação climática (em 1º lugar) e os extremos meteorológicos (em 2º lugar). O planeta vem registrando aumentos de temperatura, especialmente em função das ações antrópicas, que promovem a emissão de gases de efeito estufa (GEE), resultando em uma série de impactos² em ecossistemas naturais e comunidades e no desenvolvimento de atividades econômicas.

Aliado à necessidade de atuar na mitigação e adaptação às mudanças climáticas, o setor privado vem assumindo protagonismo nessa agenda e buscando entender como estas questões afetam o seu desempenho econômico-financeiro e quais estratégias de negócios podem responder aos cenários previstos de aumento de temperatura. Isso inclui tanto riscos como oportunidades associadas a uma economia resiliente às mudanças do clima e de baixo carbono - isto é, orientadas à geração de capital com menor intensidade na emissão de GEE.

Na busca pela eficiência de processos, historicamente, a Suzano já reduziu consideravelmente as emissões atreladas à sua produção. Com um grau de renovabilidade na matriz energética³ superior a 88% (Escopo 1), os indicadores de intensidade de emissões de GEE por tonelada de produto produzido da companhia são, atualmente, um dos melhores desempenhados do setor. A Suzano já apresenta um indicador de intensidade baixo quando comparada com os principais concorrentes de mercado.

Entendemos que atuar no combate às mudanças climáticas4 é um papel de todos, e a operação integrada do nosso negócio — que une nossas florestas às unidades industriais — nos coloca como atores centrais no avanço dessa agenda. Por isso, garantir que vamos continuar trabalhando na descarbonização das nossas operações nos inspira a desenvolver soluções melhores.

informações sobre o KPI da meta
escopo

O compromisso de redução absoluta das emissões dos Escopos 1 e 2 foi aprovado pela Science Based Targets initiative (SBTi) em 2025. Segundo a metodologia SBTi, as emissões cobertas pela meta se iniciam na “porteira da floresta”, ou seja, emissões relacionadas às operações florestais (como plantio, manejo e colheita) não estão inclusas no compromisso, somente a partir do transporte de madeira para as fábricas. Além disso, a meta atual ainda não contempla as emissões decorrentes de recentes processos de fusão e aquisição, como os ativos da Kimberly-Clark e Suzano Packaging, embora a revisão e possível ampliação do escopo já estejam previstas de serem iniciadas ao longo de 2026.

Como complemento, o compromisso também reforça nosso Posicionamento sobre Desmatamento Zero ao incluir a seguinte declaração: “A Suzano se compromete a não promover desmatamento em suas principais commodities associadas ao desmatamento, com data limite de 31 de dezembro de 2025.” Embora nossa Política de Suprimento de Madeira já contenha a diretriz de não aquisição de madeira proveniente de áreas desmatadas oficialmente desde julho de 2020, a incorporação explícita desse compromisso pela SBTi fortalece, de forma pública e transparente, nossa atuação contínua em prol da conservação das florestas e da produção sustentável, reforçando que nossa jornada de descarbonização está alinhada com os princípios de não conversão de ecossistemas nativos e uso responsável dos recursos naturais.

baseline
1.962.457 tCO2e (2024).
ambição

Reduzir 50,4% das emissões dos escopos 1 e 2 - de 1.962.457 tCO2e para 973.379 tCO2e até 2032.


resultados em 2025

Em 2025, no contexto da meta SBTi, as emissões absolutas da Suzano nos Escopos 1 e 2 totalizaram 2.025.261 tCO₂e, representando uma redução de aproximadamente 1,3% em relação a 2024 (2.051.991 tCO₂e). Apesar do avanço anual, o valor permanece 3,2% acima do ano-base da meta, indicando que importantes fatores operacionais e estruturais impactaram o desempenho do período.

Ao longo de 2025, alguns movimentos específicos influenciaram o comportamento das emissões. No Escopo 1, um dos fatores foi o aumento do consumo de óleo combustível em uma das unidades industriais, decorrente da operação de uma caldeira em final de vida útil, cuja eficiência energética já não atendia aos padrões históricos. A substituição do equipamento foi realizada ainda em 2025, e os resultados dessa mudança deverão ser refletidos a partir de 2026.

Ainda no Escopo 1, houve também um impacto positivo relacionado à substituição de óleo combustível por gás natural liquefeito (GNL) em uma das unidades. Embora a transição tecnológica envolva ajustes e fases intermediárias com variações de consumo, a mudança estrutural trará benefícios relevantes ao reduzir a intensidade de emissões e melhorar o desempenho energético da operação.

Adicionalmente, na unidade de Ribas do Rio Pardo (MS), passou a operar a nova planta de gaseificação de biomassa, reduzindo e evitando significativamente o consumo de combustíveis fósseis na unidade. A expectativa é de que ainda ocorram melhorias de processo em 2026, mesmo após o primeiro ano completo de operação da tecnologia.

Além disso, a ampliação da produção da companhia também levou ao uso adicional de recursos energéticos na categoria de combustão móvel, principalmente devido ao aumento do consumo durante o transporte de madeira.

De forma geral, o resultado de 2025 reflete uma combinação entre avanços estruturais, como a substituição de combustíveis fósseis mais intensivos por alternativas de menor emissão, e desafios operacionais temporários, como a operação de ativos em fim de vida útil. Embora o total de emissões absolutas ainda esteja acima do ano-base, a redução observada em relação a 2024 demonstra que as iniciativas implementadas começam a produzir os efeitos esperados.

Acompanhamento do kpi
2022202320242025

Emissões (tCO₂e)

1.962.457

1.855.510

2.051.991

2.025.261

Atendimento à meta (%)5

-

5,4%

-4,6%

-3,2%


O que faremos em 2026

Em 2026, seguiremos fortalecendo as bases que sustentam a transição climática da companhia, com foco no avanço da eficiência operacional e na ampliação de iniciativas estruturantes voltadas à redução de emissões. As áreas técnicas continuarão atuando de forma integrada para evoluir nos processos, aprimorar rotinas e identificar oportunidades que contribuam para uma operação cada vez mais eficiente e alinhada às ambições climáticas da Suzano.

O Grupo de Trabalho de Descarbonização continuará exercendo um papel estratégico ao promover sinergia entre diferentes áreas, apoiar o desenvolvimento de soluções e garantir alinhamento das iniciativas às diretrizes corporativas. Por meio de agendas estruturadas e recorrentes, o GT seguirá impulsionando o amadurecimento técnico dos projetos, a consolidação de boas práticas e a evolução contínua do processo decisório relacionado ao tema.

Ao longo do ano, continuaremos fortalecendo parcerias internas e aprimorando nossa capacidade de identificar e avaliar oportunidades que contribuam para a redução de emissões de forma consistente, reforçando o compromisso da companhia com uma jornada de descarbonização responsável, progressiva e alinhada à ciência.

  1. Saiba mais em: https://reports.weforum.org/docs/WEF_Global_Risks_Report_2025.pdf.
  2. Fonte: Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC - em inglês).
  3. Para mais informações referentes à nossa gestão sobre energia, acesse: “Gestão sobre Energia”.
  4. Para mais informações sobre o contexto e relação da Suzano com as Mudanças Climáticas, acesse o link.
  5. Valores positivos representam reduções de emissão (evolução no atingimento); valores negativos representam aumento de emissões (involução no atingimento).

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contexto

Na jornada rumo à descarbonização, reconhecemos que os desafios climáticos exigem soluções coletivas. Acreditamos que a transformação só é possível por meio do engajamento de toda a cadeia de valor. Por isso, temos avançado em iniciativas que reforçam nosso compromisso com uma economia de baixo carbono e com o fortalecimento de parcerias mais sustentáveis.

Como uma das nossas iniciativas, participamos ativamente do programa CDP Supply Chain desde 2021, com o objetivo de fortalecer a gestão climática entre fornecedores, por meio da mensuração de emissões, aumento da transparência, definição de metas e avaliação de riscos e oportunidades climáticas.

Apesar da alta aderência dos nossos fornecedores ano a ano a essa iniciativa, decidimos em 2025 estruturar um programa robusto de engajamento voltado aos nossos fornecedores priorizados. Nosso objetivo é apoiá-los em suas próprias jornadas climáticas, incentivando a definição de metas alinhadas a ciência, compromissos e ações concretas rumo à descarbonização.

Nosso programa de engajamento, nomeado “Programa Compartilhar – Clima” foi criado para promover um relacionamento mais colaborativo com os nossos principais fornecedores, definidos com base em critérios de representatividade econômica (spend) e impacto em emissões de GEE. A partir da coleta de informações detalhadas, conseguimos avaliar o nível de maturidade de cada fornecedor em relação à agenda climática e oferecer ações de engajamento por nível de maturidade. O programa apresenta três pilares, sendo eles:

  • Pilar Educacional: oferecimento de treinamentos técnicos em temas de mudanças climáticas;
  • Pilar de Evolução: construção de planos de ação personalizados para cada grupo de fornecedores, que são acompanhados com uma frequencia estabelecida entre Suzano e fornecedor;
  • Pilar de Reconhecimento: criação de uma nova categoria na premiação anual de suprimentos chamado “Suzano Valoriza”, para os parceiros que apresentarem maior engajamento e evolução no programa para o período estabelecido.


No âmbito dos clientes, consideramos que manter uma relação próxima com eles é essencial, e nossa meta de engajamento da SBTi reforça esse compromisso. Para fortalecer essa agenda, iniciamos uma estratégia de engajamento com foco em descarbonização, biodiversidade e impacto social com clientes. O objetivo é apoiá-los em suas jornadas de sustentabilidade, identificar sinergias e promover práticas alinhadas à economia de baixo carbono.

Desenvolvemos uma matriz de segmentação e priorização dos clientes globais de celulose, baseada em dois eixos principais:

  • Maturidade em Sustentabilidade: considera o nível de ambição dos clientes (incluindo compromissos com a SBTi), alinhamento com as metas da Suzano e histórico de engajamento em temas ESG;
  • Relevância para o Negócio: avalia volume de compras, força do relacionamento comercial e envolvimento em agendas estratégicas da companhia.


Com base nessa análise, os clientes são alocados em quartis (tiers) e recebem roteiros de engajamento específicos — individuais ou por grupos — que incluem: compartilhamento de dados ESG, sessões educativas, trocas técnicas, engajamento da cadeia de valor e desenvolvimento de projetos conjuntos de sustentabilidade.

Mantemos um acompanhamento próximo das iniciativas de sustentabilidade desses clientes prioritários, bem como grupos de trabalho que conduzimos com os mesmos, visando o progresso na meta de engajamento.

informações sobre o KPI da meta
escopo

O compromisso da Suzano de engajar sua cadeia de valor com metas climáticas foi aprovado pela SBTi em 2025. Essa meta tem como objetivo incentivar fornecedores e clientes a assumirem compromissos próprios de redução de emissões, alinhados à ciência do clima.

A meta cobre as seguintes atividades do Escopo 3: compra de insumos e serviços (categoria 1), transporte e distribuição de produtos e insumos (categoria 4) e processamento de produtos vendidos (categoria 10), considerando mais de 67% das emissões indiretas. No caso dos fornecedores, estão incluídos os relacionados às operações industriais e de energia. Fornecedores relacionados a operações florestais não estão contemplados no escopo desta meta.

Importante destacar que o objetivo da meta não é exigir reduções imediatas de emissões desses parceiros, mas incentivá-los a assumirem compromissos próprios relacionados com a agenda climática e com a SBTi. Ao fazerem isso, esses parceiros deverão implementar ações para reduzir suas emissões, o que pode contribuir indiretamente para a redução das emissões de escopo 3 da Suzano ao longo do tempo.

A verificação do atingimento da meta será feita com base nos percentuais de gastos com fornecedores e de receita com clientes no ano de 2028, sem adoção de um ano base fixo, o que garante a atualização da meta conforme mudanças na cadeia de valor.

A apuração do resultado apresentado parte da seleção dos fornecedores que representam 80% do spend e clientes que representam 80% da receita do ano. Esse número pode mudar de acordo com as flutuações de volume e contratos ao longo do período de validade da meta.

baseline
14,5% de fornecedores e 43,4% de clientes (2024¹).
ambição

Ter 80% de nossos fornecedores de bens e serviços adquiridos, e de transporte e distribuição upstream, com base nos gastos, e 80% de nossos clientes, com base na receita de produtos vendidos comprometidos com metas climáticas baseadas na ciência em 2028 (SBTI).


resultados em 2025

Para fornecedores, construímos um programa robusto (Programa Compartilhar Clima) que busca aproximação e compartilhamento de experiências com empresas priorizadas. Em 2025, desenvolvemos uma carta de compromisso para as empresas participantes, com o objetivo de mensurar a adesão ao Programa Compartilhar, e atingimos uma adesão de 70%. Além disso, aprofundamos o conhecimento dos nossos fornecedores em relação à agenda climática através de uma coleta de dados e separação em grupos de maturidade, para que as nossas ações de engajamento fossem personalizadas. Tivemos 78% de respostas na coleta de dados e, a partir da análise deles, realizamos workshops educacionais por nível de maturidade. Esses indicadores refletem o sucesso do programa até então, e seguiremos no acompanhamento e evolução dos KPIs para os próximos ciclos.

Além disso, temos uma atuação relevante com áreas internas parceiras, como Suprimentos e Logística. Focamos em dois principais pilares:

  1. Engajamento dos compradores no Programa Compartilhar, estimulando a participação e evolução do fornecedor;
  2. Construção de uma estratégia compartilhada entre Suprimentos e Mudanças Climáticas para evoluirmos no engajamento da meta SBTi.

Para os clientes, tivemos diversos engajamentos personalizados (através de visitas, reuniões, entre outros), projetos colaborativos (por exemplo o Caderno Carbono Neutro, em parceria com cliente chinês Sun Paper) e uma evolução importante de conhecimento da estratégia de descarbonização da Suzano por parte dos clientes, através da apresentação do Plano de Ação para Transição Climática e demais iniciativas da Suzano. Outra iniciativa relevante foi a construção de um White Paper de Descarbonização sobre o setor de Papel e Celulose na China em parceria com a Delloite e FUDAN, que foi apresentado e disponibilizado para a nossa cadeia de valor, de forma a estimular discussões sobre solução para uma economia de baixo carbono.

Acompanhamento do kpi
2025
QuantidadePercentual²
número total %

Fornecedores com metas baseadas em ciência³, 4

25

14,30%

Clientes com metas baseadas em ciência4

20

51,80%


O que faremos em 2026

Em 2026, seguiremos com o 2º ciclo do Programa Compartilhar – Clima através de novas capacitações, trocas de experiências, workshops, dentro outras atividades de engajamento com fornecedores. Também seguiremos com o acompanhamento dos planos de ação com o objetivo de que nossos fornecedores prioritários sigam na evolução da sua jornada climática. Além disso, seguiremos com uma atuação colaborativa com áreas internas parceiras, como Suprimentos e Logística.

Com clientes, continuaremos com ações direcionadas de acordo com suas ambições, focando nas suas jornadas de sustentabilidade, potenciais sinergias e promoção de práticas de baixo carbono.

  1. Visando garantir transparência, consistência metodológica e adequada governança, a Suzano definiu 2024 como ano-base da meta de Escopo 3, por ser o ano imediatamente anterior à sua aprovação pela SBTi. Isso não significa ausência de engajamento climático prévio na cadeia de valor, mas que, para fins de mensuração e acompanhamento da eficácia das ações de engajamento promovidas, os avanços serão contabilizados a partir de 2024.
  2. O percentual refere-se, para fornecedores, à proporção dos gastos totais com bens e serviços adquiridos e com transporte e distribuição upstream coberta por fornecedores com metas climáticas baseadas na ciência, e, para clientes, à proporção da receita total de produtos vendidos associada a clientes com metas climáticas baseadas na ciência
  3. A redução de 0,2% em 2025 frente a baseline decorre de flutuações de volume e da dinâmica contratual do período, sem caráter estrutural. Espera-se avanço nos próximos ciclos com a evolução do Programa Compartilhar.
  4. Para identificar se o fornecedor ou cliente estão comprometidos ou possuem metas baseadas na ciência, utiliza-se a base oficial da Science Based Targets initiative (SBTi) disponível em: https://sciencebasedtargets.org/companies-taking-action

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