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19 %

contexto

O licor negro, um dos principais resíduos do processo de produção de celulose, é o principal combustível utilizado pela Suzano para a geração de energia, de forma complementar à biomassa florestal, gerando energia limpa e renovável.

Após a queima do licor negro na caldeira de recuperação, os produtos químicos que o constituem voltam para o processo produtivo, e o vapor gerado a partir dessa queima é destinado aos turbogeradores para a conversão de energia térmica em elétrica.

Dessa forma, grande parte das fábricas da Suzano são autossuficientes em energia, ou seja, suprem a demanda de consumo interno e ainda exportam o excedente.

Alinhado à estratégia de negócio da Suzano, que contempla a verticalização de operações — como as novas unidades de Tissue em Aracruz e Mucuri, e as plantas internas de fornecimento químicos, como em Ribas do Rio Pardo, o excedente energético passa a ser direcionado prioritariamente para atender nossas próprias operações e as plantas de fornecimento de químicos instaladas dentro das fábricas.

Com essa mudança estrutural, a meta de disponibilização de energia renovável ao grid deixa de ser acompanhada de forma individualizada e passa a ser incorporada ao plano interno de descarbonização da companhia, em alinhamento com a meta validada pelo SBTi. Essa integração reforça a contribuição do uso eficiente da energia renovável para a redução das emissões diretas e indiretas, fortalecendo a trajetoria da Suzano rumo a uma economia de baixo carbono.

informações sobre o KPI da meta
escopo

Energia renovável gerada a partir de licor negro e biomassa florestal em nossas unidades industriais no Brasil e exportada para o Sistema Interligado Nacional.

baseline
214 MWm (2018¹).
ambição

Aumentar em 50% a exportação de energia renovável para a rede - de 214 MWm para 322 MWm até 2030.

resultados em 2025

Os desafios técnicos e as oscilações de produção observados nos últimos anos influenciaram o desempenho de exportação de energia renovável. Ainda assim, em 2025, a Suzano registrou exportação de 255 MWm, representando crescimento de 32% em relação ao ano anterior e evolução de 19% em relação ao baseline.

Um dos principais fatores positivos do período foi a entrada plena em ritmo de operação da unidade de Ribas do Rio Pardo, que contribuiu para a meta durante os quatro meses restantes ainda não contabilizados no primeiro ano de sua operação em 2024.

As unidades de Três Lagoas e Ribas do Rio Pardo dividiram a posição de maiores exportadoras de energia da Suzano. Ambas, no entanto, passaram por paradas gerais no primeiro semestre de 2025, o que impactou seus respectivos volumes. A unidade de Mucuri teve desempenho de destaque, exportando 21 MWm, dentro do nível nominal esperado para a operação. As demais instalações apresentaram resultados semelhantes aos observados em anos anteriores.

Acompanhamento do kpi
20182019202020212022202320242025
MWm MWm MWm MWm MWm MWm MWm MWm

Energia elétrica renovável exportada (em MWm)

214,00

171,00

193,00

189,00

183,00

171,00

192,00

234,50


O que faremos em 2026

Para o atingimento da meta de descarbonização validada pelo SBTi — que prevê a redução de 50,4% das emissões fósseis (escopos 1 e 2) até 2032, com base em 2022 — será fundamental avançar na transição da matriz energética, ampliando o uso de fontes renováveis na geração térmica e elétrica.

A partir de 2026, a meta de disponibilização de energia renovável ao grid passa a ser incorporada ao plano interno de descarbonização, fortalecendo sua contribuição direta para a redução das emissões e consolidando o alinhamento com o compromisso validado pelo SBTi. Diante dessa integração e considerando que o excedente energético passa a ser consumido prioritariamente em nossas próprias operações e plantas internas de terceiros, o acompanhamento deste compromisso deixará de ser realizado a partir de 2026.

  1. A escolha do ano de 2018 como baseline se dá em razão de não terem ocorrido variações significativas de produção em nossas unidades industriais nesse período. Com isso, o valor adotado representa melhor o potencial de exportação de energia atual da companhia. Visando a maior transparência e ao alinhamento de procedimentos, também ajustamos o baseline da meta e os resultados de 2019 considerando dados de exportação da Veracel, joint venture entre Suzano e Stora Enso, com 50% de composição acionária para cada uma das empresas.

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