contexto

Dada a grande extensão territorial da Suzano e a diversidade de ambientes em que atua, onde cada região em que a companhia está presente demanda um conjunto de capacidades, tecnologias e pontos de vista diferentes, foi necessário criar uma rede diversificada de parceiros estratégicos, que inclui ONGs, universidades, empresas e comunidades vizinhas. 

Juntamente com essa rede, a Suzano tem inovado em tecnologia e metodologias para a gestão do capital natural, buscando melhorar a eficiência, reduzir impactos ambientais e gerar oportunidades de trabalho e compartilhamento de conhecimento específicas para cada um dos biomas de atuação. 

A seguir são elencadas algumas parcerias estabelecidas e seus objetivos estratégicos:

  • Acamar: parceira no projeto de educação para a sustentabilidade, esta iniciativa visa promover questões ambientais (incêndios florestais, resíduos, biodiversidade) para alunos e alunas do ensino fundamental de escolas municipais rurais no município de Capão Bonito (SP) vizinhas às áreas da empresa.
     
  • Agroícone: parceria para realizar a recomposição da vegetação nativa utilizando semeadura direta em diferentes unidades da Suzano.
     
  • Aliança pela Restauração da Amazônia: a companhia também aderiu a este pacto pela conservação da Amazônia, que hoje é considerada a maior reserva de biodiversidade do planeta. Restaurar a Floresta Amazônica é a ação prioritária da Aliança e das organizações que se uniram para fundá-la (entre as quais estão organizações da sociedade civil, instituições governamentais, instituições de pesquisa e empresas), buscando, inclusive, impulsionar a economia da restauração florestal no bioma e estimular todos os elos dessa cadeia produtiva, gerando oportunidades de negócios, trabalho e renda. A Suzano faz parte do Conselho de Coordenação Estratégica como representante do setor privado, com função de estabelecer normas, regras, princípios e políticas para a gestão e operacionalização da Aliança.
     
  • Araticum - Articulação pela Restauração do Cerrado: em prol da restauração do Cerrado, um dos maiores hotspots de biodiversidade do mundo e berço das principais bacias hidrográficas do Brasil, a Suzano se tornou membro da Araticum, rede colaborativa e multissetorial que atua para promover e monitorar a restauração ecológica do bioma. A empresa faz parte do Conselho Consultivo, contribuindo com sua visão do setor privado para a construção do planejamento estratégico da rede.
     
  • Bicho do Mato Instituto de Pesquisa: o Compromisso para Renovar a Vida (CPRV) de Biodiversidade possui uma linha de ação focada em primatas. A espécie-chave do corredor da Mata Atlântica é o bugio (Allouatta guariba guariba), grupo biológico que foi escolhido por causa de sua relação estreita com as formações florestais, estando ecologicamente vinculado ao uso majoritário da copa das árvores. Ou seja, sem ambientes florestais, não há primatas. As duas ações principais são:
    • Busca por novas populações da espécie em fragmentos prioritários;
    • Monitoramento da dinâmica populacional em fragmentos com ocorrência da espécie.
       
  • Caminhos da Semente: rede de pessoas e organizações com o objetivo de dar escala à restauração ecológica no Brasil com foco no método de semeadura direta. Foi firmada uma parceria para a implantação de testes e semeadura direta em escala operacional na restauração.
     
  • Centro de Reintrodução de Animais Silvestres (Cereias): a companhia é parceira e mantenedora deste projeto de reintrodução de animais silvestres, localizado em uma área de 11,5 hectares cedida em comodato pela antiga Aracruz (atual Suzano) em Barra do Riacho, no município de Aracruz (ES). O Cereias foi qualificado pelo Ministério da Justiça como organização da sociedade civil de interesse público (Oscip), uma entidade privada sem fins lucrativos, que sobrevive de doações e subvenções de empresas privadas e públicas.
     
  • Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura: movimento multissetorial formado por entidades que lideram o agronegócio no Brasil, principais organizações civis da área de meio ambiente e clima, representantes de peso do meio acadêmico, associações setoriais e companhias líderes nas áreas de madeira, cosméticos, siderurgia, papel e celulose, entre outras (com mais de 300 membros). O objetivo é trabalhar com o governo brasileiro, promover o diálogo aberto com diferentes entidades e empresas, e estabelecer alianças de cooperação internacional, de forma a viabilizar a economia de baixo carbono, acompanhando a evolução dos processos necessários para tanto, além de comunicar ideias e resultados à sociedade.
     
  • Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS): a Suzano é signatária do CEBDS, que tem como objetivo promover o desenvolvimento sustentável por meio da articulação com governos e a sociedade civil, além de divulgar os conceitos e as práticas mais atuais nesse tema. O CEBDS é o representante no Brasil da rede do World Business Council for Sustainable Development (WBCSD), que conta com quase 60 conselhos nacionais e regionais em 36 países e de 22 setores industriais, além de 200 grupos empresariais que atuam em todos os continentes. A instituição representa suas associadas em todas as Conferências das Partes das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, desde 1998, e de Diversidade Biológica, desde 2000.
     
  • Conservação Internacional (CI): a parceria busca colaborar para o desenvolvimento de ações estratégicas visando à implementação e à alavancagem de iniciativas para a promoção da restauração socioecológica, a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento socioeconômico de comunidades associadas em larga escala em territórios prioritários na Amazônia, no Cerrado e na Mata Atlântica.
     
  • Diálogo Florestal: iniciativa que facilita a interação entre empresas do setor florestal, associações setoriais, organizações da sociedade civil, grupos comunitários, povos indígenas, associações de classe e instituições de ensino, pesquisa e extensão. Tem como objetivo ampliar a escala dos esforços de conservação e restauração do meio ambiente. A Suzano possui participação no Fórum Florestal Paulista, no Fórum Florestal da Bahia e no Fórum Florestal Capixaba, assim como no conselho nacional do Diálogo Florestal.
     
  • EcoHealth Alliance: em parceria com a Universidade Federal do ABC (UFABC), realiza o projeto ZooRest, monitoramento de pequenos mamíferos e herpetofauna em 12 fazendas no Vale do Paraíba, no Estado de São Paulo. O objetivo é avaliar como a restauração florestal afeta o retorno das comunidades de fauna e como isso leva a alterações nas comunidades de vírus carreadas pelos roedores considerados reservatórios de doenças. As predições são de que a restauração florestal consegue apenas fornecer serviços de regulação de doenças em determinados contextos da paisagem.
     
  • Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (Esalq/USP): o professor doutor Pedro Brancalion (Esalq/USP) e o professor doutor Frans Bongers (Wageningen University, nos Países Baixos) coordenam o NewFor, um projeto temático da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) em parceria com o Dutch Research Council (NWO). Iniciado em 2019, tem como missão compreender as florestas restauradas para o benefício da natureza e das pessoas. O objetivo é avaliar a multifuncionalidade de diferentes tipos de floresta presentes no Estado de São Paulo, dando apoio à restauração florestal em larga escala.

    A equipe do NewFor é formada por professores, professoras, pesquisadores, pesquisadoras, graduandos e graduandas de diversas áreas do conhecimento e por instituições públicas e privadas. Além da pesquisa desse projeto, o mesmo time de pesquisadores e pesquisadoras possui um estudo em silvicultura de plantio misto (eucalipto e nativas).
     
  • Florestar – Associação Paulista de Produtores, Fornecedores e Consumidores de Florestas Plantadas: sua atuação consiste em fomentar o crescimento e a competitividade da produção florestal, no Estado de São Paulo, de seus associados, transformando seus interesses e suas necessidades em resultados.
     
  • INovaland/Fundo Ambiental Sul Baiano (Fasb): a iNovaland Brasil, pertencente à holding do Grupo iNovaland®, é uma empresa de restauração florestal responsável pela implementação de projetos por meio do Programa Fasb. A parceria com a Suzano é para a implementação de trechos do Corredor Mata Atlântica, com previsão de investimento de cerca de R$ 25 milhões, advindos de um match funding entre as duas empresas.

    Está prevista a implantação de 478 hectares de restauração e uso sustentável do solo em propriedades rurais de terceiros ao longo do corredor, que possui conexão total prevista de 170 mil hectares de fragmentos florestais até 2030. O projeto terá duração de três anos de implementação, perdurando até 2030 com atividades de manutenção e monitoramento.
     
  • Instituto de Conservação de Animais Silvestres (Icas): organização sem fins lucrativos dedicada à conservação da biodiversidade por meio da produção científica e da busca por soluções e estratégias que promovam a convivência harmoniosa entre seres humanos e a vida silvestre. A Suzano firmou parceria para a realização do Projeto Canastras e Eucaliptos no território da nova fábrica de Ribas do Rio Pardo (MS), a fim de estudar e caracterizar o padrão de movimentação e uso do hábitat do tatu-canastra, uma espécie prioritária para conservação, buscando, assim, promover paisagens sustentáveis e conectadas que melhorem a coexistência entre o ser humano e a fauna, além de garantir a sobrevivência do animal em longo prazo no Cerrado do Mato Grosso do Sul.

    O projeto também terá caráter participativo com atores locais e agentes governamentais da cadeia de produção de mel, para promover técnicas de manejo adequadas à manutenção da biodiversidade, já que o tatu-canastra pode derrubar os apiários em busca de alimento e gerar conflitos com apicultores e apicultoras. Portanto, o projeto conta com atividades de educação ambiental e a proposição de cadastramento voluntário e certificação de apicultores e apicultoras no programa Mel Amigo do Tatu-Canastra, visando à proteção e à conservação da espécie.
     
  • International Finance Corporation (IFC): a IFC – membro do Grupo Banco Mundial – é parceira da Suzano para a implementação de restauração e manejo sustentável em áreas de proprietários rurais e assentamentos rurais localizadas no Corredor Cerrado, no Estado do Mato Grosso do Sul. A implantação das áreas está prevista até 2026/2027, com manutenção até 2029. O resultado será a conexão inicial de cerca de 35 mil hectares de fragmentos de vegetação nativa do bioma Cerrado.
     
  • Laboratório de Primatologia (LaP) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Rio Claro: parceria para a pesquisa científica sobre o mico-leão-preto (Leotopithecus chrysopygus), primata endêmico do Estado de São Paulo, reconhecido como patrimônio ambiental estadual (Decreto nº 60.519, de 5 de junho de 2014) e que está “em perigo de extinção”, segundo a classificação da Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês). Atualmente, sua população está restrita a menos de 1% de sua distribuição original.

    O projeto busca identificar os locais de ocorrência da espécie por meio do monitoramento acústico passivo (MAP), com o intuito de propor ações assertivas para a conservação do mico-leão-preto pela Suzano, além de aprofundar o conhecimento da ecologia da espécie e da paisagem em que ela ocorre.
     
  • Muriqui Instituto de Biodiversidade (MIB): o CPRV de Biodiversidade possui uma linha de ação focada em primatas. A espécie-chave do corredor da Amazônia é o cuxiú-preto (Chiropotes satanas), grupo biológico que foi escolhido por causa de sua relação estreita com as formações florestais, estando ecologicamente vinculado ao uso majoritário da copa das árvores. Ou seja, sem ambientes florestais, não há primatas. As duas ações principais são:
    • Busca por novas populações da espécie em fragmentos prioritários;
    • Monitoramento da dinâmica populacional em fragmentos com ocorrência da espécie.
       
  • New Generation Plantations: criado pelo WorldWide Fund for Nature (WWF), é uma plataforma de compartilhamento de conhecimento (acerca de mudanças climáticas, biodiversidade, restauração de paisagens, desenvolvimento sustentável e bioeconomia), melhores práticas e aprendizado colaborativo sobre plantações. Reúne uma comunidade de pessoas e organizações da sociedade civil, dos setores público e privado e da academia, para desenvolver soluções que possam ajudar a transformar as paisagens e potencializar os impactos positivos.
     
  • One Trillion Trees – 1t.org: tem o objetivo de mobilizar, conectar e capacitar a comunidade global de reflorestamento para conservar, restaurar e cultivar 1 trilhão de árvores até 2030. A iniciativa faz parte do trabalho do Fórum Econômico Mundial para acelerar soluções baseadas na natureza em apoio à Década das Nações Unidas para a Restauração de Ecossistemas (2021-2030), com financiamento de Marc e Lynne Benioff, da Fundação Marc R. Benioff.
     
  • Pacto pela Restauração da Mata Atlântica: a assinatura do Pacto, que prevê a recuperação de 15 milhões de hectares de florestas no Brasil até 2050, é um exemplo claro da disposição da Suzano em estabelecer parcerias sólidas. Mais de cem instituições e empresas fazem parte dessa iniciativa, que contribuirá para a restauração de uma parcela importante de cobertura vegetal nativa no bioma.
     
  • Plataforma Parceiros pela Amazônia: plataforma de ação coletiva do setor privado para fomentar novos modelos de desenvolvimento sustentável na Amazônia. Seu objetivo é desenvolver e identificar soluções tangíveis e inovadoras para a conservação da biodiversidade e dos recursos naturais desse bioma, assim como garantir a qualidade de vida das comunidades da região.
     
  • Procter & Gamble (P&G)/WWF: planejamento conjunto de restauração da Mata Atlântica no Espírito Santo. A iniciativa, alinhada a outros projetos de recuperação de mata nativa implementados pela Suzano, faz parte do compromisso da P&G de ter todas as suas operações neutras em carbono ao longo desta década. O objetivo do projeto é garantir a proteção e recuperação da Mata Atlântica a partir de um movimento que engloba aspectos sociais, ambientais e de desenvolvimento sustentável. As ações no Espírito Santo serão lideradas pelo WWF Brasil e contarão com o apoio e a expertise da Suzano na geração de renda para comunidades locais.
     
  • Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar/Instituto Manacá: resultado da persistência e da união de esforços de pesquisadores e pesquisadoras do Instituto de Pesquisas Cananeia e do Instituto Manacá, que atuam há mais de 15 anos em projetos de pesquisa e conservação da vida selvagem em uma das áreas mais importantes de biodiversidade do mundo, a Mata Atlântica da Serra do Mar. É uma  rede de monitoramento efetiva e integrada, conectando diferentes espaços territoriais, como áreas protegidas, Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) e comunidades locais, em prol da conservação da vida selvagem na Grande Reserva Mata Atlântica. Em 2024, a Suzano foi uma das apoiadoras do Programa.

    Com a iniciativa, a área da companhia passa a integrar o maior monitoramento em larga escala na Mata Atlântica no país, o qual abrange 17 mil quilômetros quadrados – ou 1,7 milhão de hectares – na Serra do Mar, entre São Paulo e Paraná, e contribuirá na geração de indicadores de biodiversidade para ações de conservação da vida selvagem na região.
     
  • Rainforest Aliance (RA): em 2024, a Suzano celebrou esta parceria em um compromisso de três anos com a adesão à Forest Allies, comunidade que promove uma troca envolvendo setor privado e outros stakeholders para o compartilhamento de melhores práticas e soluções para proteger, restaurar e permitir o manejo responsável da floresta tropical. A parceria ajuda a ampliar a presença da RA no Brasil, contribuindo para a implementação de projetos na Bacia Amazônica e para a implantação do compromisso de longo prazo de biodiversidade da Suzano.
     
  • Save Brasil – Sociedade para a Conservação das Aves do Brasil: realiza o monitoramento do bicudinho-do-brejo-paulista (Formicivora paludicola), que tem distribuição restrita a seis municípios do Alto Tietê e do Vale do Paraíba, no Estado de São Paulo. A espécie é considerada criticamente ameaçada pela Lista Vermelha da IUCN e é uma das descobertas mais extraordinárias da ornitologia brasileira deste século. Em 2023, a espécie foi referenciada no Plano de Ação Nacional (PAN) Aves da Mata Atlântica (Portaria ICMBio n° 3369). A Suzano, em parceria com a Save Brasil, monitora o bicudinho-do-brejo-paulista nas fazendas do Vale do Paraíba.
     
  • Sofidel: o corredor da Amazônia é parte do Compromisso de Biodiversidade da Suzano, sendo uma estratégia que visa promover a conservação e a diversidade biológica na região amazônica, integrando esforços para garantir a preservação desse ecossistema único. Desse modo, a Sofidel, uma das maiores fabricantes de papel para uso doméstico e higiênico do mundo e cliente da Suzano, está junto conosco aportando recursos para as atividades de engajamento voltadas para a promoção de sistemas agroflorestais sustentáveis e o fortalecimento do desenvolvimento socioeconômico das comunidades locais impactadas e ao longo do corredor.

    O Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS) atua como parceiro implementador do projeto, visando à implementação de restauração ecológica e manejo sustentável em trechos do corredor.
     
  • SOS Mata Atlântica: parceria para a elaboração dos Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica (PMMAs) em 33 municípios de atuação da Suzano, nos Estados da Bahia, do Espírito Santo e de São Paulo, por meio do Projeto Planos da Mata. Os PMMAs foram introduzidos pela Lei nº 11.428, de 22 de dezembro de 2006, conhecida como Lei da Mata Atlântica, e regulamentados pelo Decreto nº 6.660, de 21 de novembro de 2008, que estabeleceu seu conteúdo mínimo. O objetivo é mobilizar e incentivar gestores, gestoras e atores locais na participação do planejamento municipal e capacitar conselheiros e conselheiras ambientais municipais para a elaboração de PMMAs. 

    Segue uma lista de ONGs que estão apoiando a Suzano na construção dos PMMAs:
    • Associação Ecoar Florestal;
    • Cânions Paulistas;
    • Grupo Ambiental Natureza Bela;
    • Guarda Mirim Posto da Mata;
    • Instituto Cílios da Terra;
    • Instituto de Biodiversidade;
    • Instituto de Defesa e Estudos dos Remanescentes da Mata Atlântica (Iderma);
    • Instituto H&H Fauser;
    • Instituto Ideas;
    • Instituto Itapoty;
    • Instituto Refloresta;
    • Instituto Suinã;
    • Movimento Pro Rio;
    • Sociedade Amigos por Itaúnas.
       
  • The Nature Conservancy (TNC): em 2024, como parte da sua estratégia de água, a Suzano se uniu à TNC e agora é parte da Coalizão pela Água. A empresa ampliará a adoção de práticas sustentáveis para a conservação de recursos hídricos em bacias hidrográficas localizadas em áreas de alto estresse hídrico nos biomas Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado.

    Esta parceria une partes interessadas públicas, privadas e da sociedade civil, juntamente com agricultores e agricultoras locais, para desenvolver e fortalecer mecanismos destinados à restauração, à conservação e às melhores práticas de gestão da terra a fim de melhorar a segurança hídrica das regiões de atuação – questões de importância estratégica para a Suzano.
     
  • União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês): para comemorar o seu centenário, em 2024 a Suzano firmou uma parceria de dois anos com a IUCN, que contribuirá com sua expertise para o desenvolvimento da estratégia de natureza da empresa, com o objetivo de inspirar outras companhias a adotarem metas ambiciosas e contribuírem para os objetivos do Marco Global de Biodiversidade Kunming-Montreal.

    Para a elaboração da estratégia, a Suzano contará com entrevistas conduzidas pela IUCN com seus principais públicos de relacionamento, além de um comitê consultivo internacional formado por especialistas no tema, reunidos pela IUCN, que fornecerá recomendações estratégicas. 
     
  • Universidade de São Paulo (USP)/Laboratório de Ecologia e Restauração Florestal e Laboratório de Silvicultura Tropical: parceria técnica desde o início do Programa de Restauração Ecológica da Suzano, na década de 1990, para o aprimoramento de metodologias, a definição de parcerias para trabalhar na seleção de espécies e outras questões de relevância para a gestão desse tema.
     
  • Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (Uemasul): parceria que visa estreitar a cooperação técnico-científica por meio de ações de pesquisa e extensão aplicadas na temática florestal (conservação, silvicultura, restauração e desenvolvimento sustentável), além do desenvolvimento de capacidades humanas com conhecimentos operacionais e de liderança para atuarem no setor florestal da região, contemplando 20 beneficiários e beneficiárias diretos e mil indiretos.
     
  • Universidade Estadual Santa Cruz (Uesc): o CPRV de Biodiversidade possui uma linha de ação focada em palmeiras. As espécies-chave do corredor da Mata Atlântica são a maria-rosa (Syagrus macrocarpa) e a juçara (Euterpe edulis). O objetivo é avaliar a efetividade do corredor, utilizando a família Arecaceae como modelo biológico de mensuração, obter informações sobre a riqueza e abundância das espécies, identificar novos locais de ocorrência, avaliar a distância de fluxo gênico, a diversidade e a estrutura genética das espécies, identificar os fragmentos que possuem populações de palmeiras em estado de maior vulnerabilidade genética, mapear as matrizes das espécies-chave presentes nas populações dos fragmentos e utilizar o pool gênico desses indivíduos em ações de restauração ecológica.
     
  • Universidade Federal de Viçosa (UFV): parceria no projeto Conservação de Primatas Ameaçados de Extinção, com o objetivo de avaliar o estado de conservação de primatas ameaçados de extinção na Fazenda São Sebastião do Ribeirão Grande, em Pindamonhangaba (SP), e na Fazenda Vitória, em Pilar do Sul (SP), utilizando como espécie-alvo o muriqui-do-sul (Brachyteles arachnoides), o maior primata neotropical e endêmico da Mata Atlântica, considerado “em perigo de extinção” pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). A estimativa é que existam por volta de 1.200 indivíduos adultos na natureza. 

    O projeto contempla o monitoramento terrestre e aéreo com o uso de um drone específico para o reconhecimento das populações de primatas, a fim de detalhar a demografia e a viabilidade populacional dos grupos de muriquis-do-sul, identificar as principais ameaças e indicar ações prioritárias para a proteção dessa espécie. Além disso, como parte das atividades programadas da parceria, elaborou-se um Plano de Monitoramento da Biodiversidade com foco na fauna silvestre. Foram levantados os principais elementos norteadores para a continuidade do monitoramento e a gestão das informações sobre a fauna nas unidades de negócio florestal (UNFs) da Suzano, distribuídas em diferentes regiões do Brasil, incluindo os Estados da Bahia, do Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Piauí, São Paulo e Tocantins.
     
  • Universidade Federal de Viçosa (UFV)/Sociedade de Investigações Florestais (SIF) – Grupo Temático (GT) Restauração: a Suzano também faz parte do GT em Restauração Florestal, uma iniciativa da SIF em parceria com empresas que praticam restauração e que tem como objetivo promover trocas de conhecimento entre a UFV e companhias de base florestal, mineradoras e de geração de energia para atender às novas demandas de inovações técnicas e operacionais das atividades de restauração florestal. Em 2025, a Suzano sediará a 6ª Reunião Técnica do GT, em sua unidade do Mato Grosso do Sul.
     
  • Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS): parceria para realizar estudos sobre:
    • Ictiofauna: será realizado um levantamento das espécies de peixes que ocorrem em riachos das microbacias dos córregos Moeda e Periquito. Tais locais foram estudados em 2007 e 2013, e a pesquisa atual objetiva aumentar o conhecimento sobre a comunidade de peixes, compor um banco de dados históricos e, com isso, observar eventuais alterações na composição em espécies dos dois sistemas; 
    • Efeito de borda em fragmentos florestais do Cerrado: o projeto pretende estudar os possíveis efeitos de borda nos fragmentos encontrados na Fazenda Duas Marias, por meio de uma abordagem com múltiplos indicadores biológicos e físico-químicos, observando características taxonômicas e funcionais no interior e na borda dos fragmentos. A partir da análise dos dados, serão geradas recomendações de manejo e/ou aprofundamento de pesquisa.