Dimensão SASB
Gestão HídricaCódigo SASB
RR-PP-140a.1Código SASB
RT-CP-140a.1Setor SASB
Produtos de Celulose e PapelSetor SASB
Recipientes e EmbalagensDimensão GRI
Temas MateriaisDimensão GRI
AmbientalCódigo GRI
3-3Código GRI
303-1Código GRI
303-3Código GRI
303-5Stakeholder
PlanetaCompromissos para renovar a vida
Gestão hídrica nas operações industriais
Governança do tema: florestal e industrial
O eucalipto é a principal matéria-prima do processo produtivo da Suzano, o qual consome água e gás carbônico, realiza fotossíntese e devolve água e oxigênio para a atmosfera, tendo um ciclo produtivo de seis a sete anos. Em relação ao uso da água, as operações florestais possuem uma dinâmica de uso com perfil itinerante e sazonal, diretamente influenciado pela dinâmica de plantio e transporte. O molhamento das mudas é necessário apenas na fase de implantação do eucalipto. Após esse período, o uso da água somente se faz necessário para umectação das vias próximas às comunidades e moradores(as) vizinhos(as) para o controle da poeira no momento de transporte da madeira, ou seja, após seis a sete anos do seu plantio.
O uso de água nas operações industriais é monitorado pelos times de meio ambiente das unidades, que são responsáveis pela gestão das licenças e outorgas e realizam a interface com os órgãos ambientais de cada estado onde temos operação. Os times corporativos consolidam as informações de volume de captação, calculando assim o volume total da Suzano.
O uso de água pela operação florestal é monitorado por times específicos que olham para aspectos ambientais das operações florestais, verificando a licença emitida pelo órgão ambiental, a quantidade permitida de captação de água e o volume captado pela operação em cada localização geográfica, o que agiliza a identificação, o controle e a correção de eventuais desvios. A base florestal da Suzano encontra-se distribuída em diversas bacias hidrográficas de relevância no Brasil, as quais possuem distintos recursos, ambientes, usos, ocupações e demandas pelo uso da água.
As bacias hidrográficas são unidades de gestão que englobam a área de drenagem de um rio e seus afluentes como um sistema integrado, no qual as atividades humanas e naturais dentro dessa área possuem efeito direto na disponibilidade hídrica local, assim como na conservação e qualidade do recurso hídrico. São, portanto, essenciais para compor a base de mensuração de impactos climáticos para fins de florestas resilientes.
O modelo de produção da Suzano integra plantios de eucalipto e áreas de floresta nativa, com práticas responsáveis de manejo que contribuem para a conservação dos recursos hídricos nas bacias hidrográficas. Esses esforços se refletem principalmente na qualidade da água, ao favorecer a infiltração no solo, reduzir o assoreamento de rios e lagos e preservar nascentes. Ainda assim, há oportunidades de aprimoramento do modelo produtivo, especialmente em territórios com condições climáticas mais restritivas.
Em 2020, a Suzano divulgou seus Compromissos para Renovar a Vida (CPRVs), que incluem uma meta sobre uso de água na indústria: redução da captação específica de água em 15% até 2030. A partir da divulgação desse compromisso, a empresa definiu uma governança para a gestão do tema: foram estabelecidas metas anuais para cada unidade industrial, e os resultados são acompanhados nas unidades de negócio.
A companhia conta, ainda, com o Grupo de Trabalho de Meio Ambiente Industrial (GTMAI), que avalia os resultados mensalmente. Cada operação industrial monitora os indicadores de gestão hídrica semanalmente com a respectiva Diretoria e Gerência Industrial. Os resultados são divulgados nas reuniões mensais de resultados para todos os colaboradores e colaboradoras da unidade, a fim de que se engajem no tema. Em algumas das operações industriais, foram definidas metas por setor de consumo (um limite de consumo para cada etapa do processo produtivo). O desempenho setorial é monitorado nas reuniões de produção de rotina.
Riscos de gestão de água associados à captação, ao consumo e ao descarte de água
A gestão de recursos hídricos é um tema material para a Suzano, uma vez que a água é um insumo essencial para suas operações florestais e industriais, além de estar diretamente relacionada à resiliência dos ecossistemas e ao bem-estar das comunidades nos territórios onde a companhia atua. Nesse contexto, a Suzano considera como principais riscos associados à gestão da água a escassez hídrica nas áreas florestais e a eventual indisponibilidade hídrica nas unidades de manejo e nas fábricas, o desabastecimento de madeira proveniente de plantios próprios e de parceiros, a intensificação de conflitos sociais pela sobreposição de usos da água e eventuais penalizações relacionadas aos mecanismos de certificação aplicáveis às suas atividades.
Para mitigar esses riscos, a companhia adota uma abordagem integrada de análise de risco, cenários climáticos, monitoramento e implementação de medidas preventivas e mitigadoras. No contexto florestal, a chuva constitui a principal fonte de água para a produção, e sua sazonalidade, especialmente nos períodos de déficit hídrico entre junho e setembro em grande parte das áreas da empresa, pode ser agravada por fenômenos como El Niño, La Niña e pelas mudanças climáticas. Para avaliar os efeitos dessas variáveis sobre a produtividade florestal e os recursos hídricos, a Suzano conta com uma rede de 72 estações meteorológicas próprias, utiliza dados de 95 estações públicas, integra sensoriamento remoto a dados de estações convencionais e automáticas e dispõe de seis torres de fluxo para monitoramento do balanço de água e carbono em alta frequência. Complementarmente, a empresa mantém 15 microbacias hidrográficas experimentais equipadas com sensores, que ampliam a compreensão sobre as relações entre o manejo florestal e os recursos hídricos, incluindo análises de qualidade da água.
A partir de amplo estudo de modelagem hidrológica em 100% das bacias que abrangem suas áreas de atuação, a Suzano priorizou ações de recuperação naquelas consideradas críticas, com base no balanço entre oferta e demanda de água, no nível de ocupação de áreas da companhia e na vulnerabilidade das comunidades locais. Essa frente está alinhada ao Compromisso para Renovar a Vida (CPRV), por meio do qual a empresa assumiu a meta de aumentar a disponibilidade hídrica em 100% das bacias hidrográficas críticas até 2030, antecipando e implementando medidas mitigadoras e transformadoras para prevenir eventos de restrição hídrica, reduzir conflitos sociais e mitigar perdas de produtividade florestal.
Nas operações industriais, todas as unidades avaliam periodicamente a qualidade e a disponibilidade da água, incluindo o monitoramento dos volumes de captação e das licenças emitidas pelos órgãos ambientais, com o compromisso de adotar medidas locais para prevenção da escassez hídrica. De acordo com a ferramenta Aqueduct Water Risk Analysis, a maior parte das unidades da Suzano está localizada em municípios com baixo estresse hídrico, inferior a 10%, como Aracruz (ES), Cachoeiro de Itapemirim (ES), Imperatriz (MA), Jacareí (SP), Limeira (SP), Mucuri (BA) e Três Lagoas (MS). A unidade de Belém (PA) situa-se em área de médio-baixo estresse hídrico, entre 10% e 20%, enquanto Mogi das Cruzes (SP), Ribas do Rio Pardo (MS), Rio Verde (SP) e Suzano (SP) encontram-se em áreas de estresse hídrico médio-alto, entre 20% e 40%. A única unidade localizada em área com alto estresse hídrico, entre 40% e 80%, é Maracanaú (CE); contudo, por se tratar de uma unidade de conversão de tissue com uso exclusivamente administrativo e reduzido volume de retirada de água, não há impacto relevante sobre a continuidade operacional.
Por serem tipicamente intensivas em uso de água, as operações de celulose e papel adotam tecnologias voltadas à eficiência hídrica, como fechamento de circuito e reutilização interna de condensados e efluentes setoriais. A Suzano orienta sua gestão pelas melhores práticas internacionais, em linha com a Diretiva Europeia de Prevenção e Controle Integrado da Poluição (IPPC) e com as diretrizes da International Finance Corporation (IFC), do Banco Mundial. Os potenciais poluentes da água são identificados e classificados com base nas características do processo industrial, do efluente tratado e do corpo hídrico a montante e a jusante do ponto de descarga, em conformidade com a Resolução CONAMA nº 430/2011. Parâmetros como pH, temperatura, demanda bioquímica de oxigênio (DBO) e demanda química de oxigênio (DQO) são monitorados regularmente por meio de amostragens do efluente tratado e do corpo d’água, subsidiando a avaliação de impactos, a identificação de oportunidades de melhoria no sistema de tratamento e a verificação da capacidade de depuração dos corpos hídricos receptores.
A atuação da Suzano também inclui engajamento institucional nas bacias hidrográficas em que mantém operações, por meio da participação de equipes locais e lideranças em comitês como o Comitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê, o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce, o Comitê de Bacia Hidrográfica Litoral Centro Norte, o Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (Ceivap), o Comitê das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí, o Comitê da Bacia do Rio Pardo, o Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Tocantins e o Comitê de Crises da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). Essa participação é estratégica para manter as operações alinhadas aos planos de gestão das bacias e contribuir para resultados positivos para todos os stakeholders. Entre os avanços já obtidos, destacam-se a colaboração na definição das vazões mínimas de efluentes na Bacia do Rio Paraíba do Sul e das regras operativas das usinas hidrelétricas da Bacia do Rio Tocantins, com foco na maximização do estoque de água no reservatório da UHE Serra da Mesa, fortalecendo a resiliência hídrica da bacia em períodos prolongados de estiagem.
Em complemento, a companhia também assumiu, no âmbito do CPRV, a meta de reduzir em 15% a água captada nas operações industriais até 2030. Em 2024, a Suzano ampliou sua rede meteorológica e sua rede de monitoramento hídrico nos territórios em que atua, reforçando sua capacidade de antecipação, resposta e adaptação aos riscos climáticos e hídricos. Como resultado das ações preventivas e de adequação implementadas, não houve episódios de redução ou paralisação da produção em razão de ausência de recursos hídricos.
Desempenho em 2025
Em 2025, a captação total de água pela Suzano foi de 429.009.785,18 metros cúbicos, em linha com o volume esperado em razão da partida da nova unidade de Ribas do Rio Pardo e aquisição da Suzano Packaging, representando um aumento na captação absoluta de 21%.
As unidades industriais da Suzano operam como reservatórios sustentáveis de água. O termo “reservatório sustentável” refere-se à capacidade de recirculação no processo produtivo, no qual cerca de 80% da água captada é reutilizada e devolvida ao meio ambiente como efluente tratado. Essa recirculação ocorre em razão de uma série de reaproveitamentos internos de água industrial, entre eles águas de resfriamento, água quente, condensados (vapor e licor), filtrados do branqueamento, água branca das máquinas secadoras e de recirculações internas na própria estação de tratamento de água.
A empresa opera dentro dos limites de referência das melhores práticas internacionais, como o Integrated Pollution Prevention and Control (IPPC) e o International Finance Corportation (IFC), que estipulam limites variando de um mínimo de 25 m³/tsa a 50 m³/tsa.
Gestão hídrica nas operações florestais
Garantir o ciclo de renovação da água é essencial para a vida no planeta e para o processo produtivo da Suzano. As florestas de eucalipto e as nativas têm um papel importante nesse ciclo. Sabemos que no Brasil, alguns territórios estão sujeitos à falta de água por características naturais, pois apresentam alto estresse hídrico e enfrentam competição por esse recurso limitado. Nossas operações florestais possuem dependência material dos serviços ecossistêmicos relacionados à água, como a manutenção do fluxo hídrico e a qualidade da água superficial e subterrânea. No entanto, as alterações no estado da natureza, podem afetar a disponibilidade e qualidade destes serviços, gerando riscos físicos e de transição materiais para o nosso negócio.
A Suzano reconhece a água como um recurso vital para o equilíbrio dos ecossistemas e a sustentabilidade de seus negócios, comprometendo-se a garantir a disponibilidade e o acesso à água de qualidade para os diversos usuários das bacias hidrográficas onde atua, por meio de:
Na Suzano, embora existam atividades que potencialmente impactam os ecossistemas, esses impactos tendem a não ser frequentes, intensos ou generalizados. Temos ações de mitigação diretas e indiretas que contribuem positivamente para a prevenção dos impactos e melhoria da qualidade desses ecossistemas
Nesse sentido, são estabelecidas diretrizes para monitorar os recursos hídricos, permitindo avaliar a qualidade e a disponibilidade de água nos corpos d’água, influenciados pelo manejo florestal da Suzano, bem como nortear as tomadas de decisões quanto a adequação do manejo das florestas plantadas e o atendimento aos direcionadores estabelecidos pela companhia.
O manejo florestal adequado promove diversos serviços ecossistêmicos, entre eles o de regulação hídrica e manutenção da qualidade da água, que beneficiam não somente a produção florestal, como também o abastecimento de água de qualidade aos diferentes usuários das bacias hidrográficas em que atuamos.
Atualmente, são consideradas na gestão da água na floresta demandas associadas à legislação vigente e/ou condicionantes das licenças ambientais; requisitos de certificações florestais; acordos internacionais [como Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), Década da Restauração da ONU e Iniciativa 20x20]; acordos setoriais e multilaterais [como fóruns florestais e Indústria Brasileira de Árvores (Ibá)]; parcerias com universidades [Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (Esalq/USP)], empresas (P&G, SONOCO), governo (IEF) e ONGs [The Nature Conservancy (TNC) e Instituto Terra]; demandas de partes interessadas (como sobreposição pelo uso da água); e plataformas globais de divulgação da gestão sobre o impacto [CDP, Dow Jones Sustainability Index (DJSI), Global Report Initiative (GRI), WaterFootprint, entre outros].
Gestão da Suzano e compromissos assumidos
A Suzano reconhece o papel estratégico de suas operações na gestão hídrica das bacias hidrográficas em que atua, e, portanto, tem adotado iniciativas específicas e estruturadas para reduzir o consumo de água e mitigar riscos de escassez nas localidades principais de atuação da companhia. No âmbito florestal, as principais linhas de ação incluem:
A captação e o uso da água pela silvicultura, colheita e logística são indicados pelo planejamento florestal, o qual considera a regulamentação estabelecida pelo órgão público estadual e o uso compartilhado da água pelas comunidades vizinhas. Sendo assim, dependendo da disponibilidade hídrica de cada recurso e do volume necessário para os demais usuários, é estabelecida a quantidade de água a ser utilizada na operação.
Diante dessa diversidade, a companhia busca ampliar o uso eficiente da água na floresta e ser hidrossolidária. Nesse contexto, no começo de 2020 a empresa assumiu como um dos seus CPRVs “aumentar a disponibilidade hídrica em 100% das bacias hidrográficas críticas até 2030”. A partir do mapeamento e análise das bacias hidrográficas nas áreas em que a Suzano atua, foram selecionadas 44 bacias consideradas críticas, realizado um diagnóstico ambiental para cada bacia seguido de recomendações técnicas de ações de manejo que impactam positivamente o balanço hídrico nestas bacias, de modo a aumentar a disponibilidade hídrica. Dessa forma, a companhia assumiu como compromisso antecipar e aplicar medidas locais mitigadoras e/ou transformadoras como prevenção aos a eventos de restrição hídrica.
As bacias hidrográficas críticas são aquelas sujeitas à falta de disponibilidade de água em razão de características naturais, tais como clima e tipo de solo, e tipo de uso da terra.
Para aplicar as ações técnicas de manejo na floresta, bem como compreender a oferta/demanda de água nas bacias hidrográficas, a Suzano conta com uma robusta rede de monitoramento ambiental. Em 1990, iniciou o Projeto Microbacias e, atualmente, conta com 15 microbacias hidrográficas experimentais equipadas com sensores para computar o balanço hídrico e ampliar a compreensão das relações e dos efeitos do manejo florestal em locais com representatividade do modelo de produção da Suzano, em todas as unidades florestais da empresa.
A Suzano conta ainda com uma ampla rede de estações meteorológicas próprias e públicas distribuídas ao longo da base, que somam 68 estações para avaliar os efeitos do clima sobre a produtividade das florestas e a oferta de água nas bacias hidrográficas. Além das estações meteorológicas, a Suzano utiliza a mais moderna base de monitoramento satelital para acompanhamento do clima em tempo real, dados obtidos pelos produtos de sensoriamento remoto corrigidos com estações meteorológicas nacionais disponibilizadas pelo CPTEC-INPE. Adicionalmente, conta com três torres de fluxo, equipadas com instrumentos que realizam o balanço de água e carbono em altíssima frequência de monitoramento. Esta rede está se expandindo e em breve teremos monitoramento em outras regiões de atuação da empresa para com o objetivo de avaliar o crescimento e assimilação de carbono dos plantios florestais.
A Suzano possui também uma parceria de mais de dez anos com o Programa Cooperativo sobre Monitoramento Ambiental em Microbacias Hidrográficas (Promab), coordenado pelo Laboratório de Hidrologia Florestal do Departamento de Ciências Florestais da Esalq/USP. Esse programa entre empresas do setor e a universidade tem um importante papel de gerar conhecimento sobre as melhores práticas de manejo, trazer transparência sobre o negócio através de inúmeras publicações científicas e fomentar pesquisas futuras para o desenvolvimento e a sustentabilidade do tema.
Como política interna, a companhia possui uma Matriz de Gestão dos Aspectos e Impactos Ambientais, que identifica as atividades do manejo florestal e atividades industriais que podem impactar a qualidade e a disponibilidade de água e estabelece medidas de controle. Assim, são realizados monitoramentos periódicos para avaliação da qualidade e disponibilidade hídrica nas unidades da Suzano, onde pontos de amostragem foram estrategicamente plotados (representativos do modelo de produção e cobertura) para estabelecer uma possível relação entre as áreas de plantio/colheita de eucalipto da empresa e as condições dos recursos hídricos (vazão e qualidade da água, chuva e resultados laboratoriais) localizados na bacia hidrográfica em que a Suzano opera.
Gestão e identificação de riscos e oportunidades
O uso de água pelas atividades operacionais é regulamentado por órgão público estadual, que estabelece a quantidade máxima de água a ser utilizada pela empresa. As captações irregulares, ou seja, em locais sem autorização do órgão ou com volume diário acima do permitido, implicam riscos ambientais, podendo afetar a disponibilidade de água, contaminar o solo ou a água e ocasionar riscos legais, com responsabilidades administrativas ou criminais.
Os principais riscos potenciais associados ao consumo de água são a redução da vazão à jusante, ocorrência de erosão e assoreamento, contaminação decorrente do descarte de efluentes e aplicação de multas nas esferas estaduais e federais em razão de infrações à legislação relacionadas aos recursos hídricos.
| 2020 | 2021 | 2022 | 2023⁴ | 2024 | 2025 | |||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Total de água captada | Total de água captada em áreas de estresse hídrico | Porcentagem de água captada em áreas de estresse hídrico | Total de água captada | Total de água captada em áreas de estresse hídrico | Porcentagem de água captada em áreas de estresse hídrico | Total de água captada | Total de água captada em áreas de estresse hídrico | Porcentagem de água captada em áreas de estresse hídrico | Total de água captada | Total de água captada em áreas de estresse hídrico⁴ | Porcentagem de água captada em áreas de estresse hídrico | Total de água captada | Total de água captada em áreas de estresse hídrico | Porcentagem de água captada em áreas de estresse hídrico | Total de água captada | Total de água captada em áreas de estresse hídrico | Porcentagem de água captada em áreas de estresse hídrico | |
|
Águas superficiais, incluindo áreas úmidas, rios e lagos |
312.706.547,20 |
29.406.242,20 |
9,40% |
322.378.551,40 |
28.965.102,50 |
9,00% |
315.491.634,10 |
28.790.518,90 |
9,10% |
321.498.519,80 |
0,00 |
0,00% |
351.527.810,10 |
0,00 |
0,00% |
384.016.324,80 |
0,00 |
0,00% |
|
Águas subterrâneas/lençóis freáticos |
1.404.884,20 |
0,00 |
0,00% |
1.389.042,80 |
0,00 |
0,00% |
1.307.292,80 |
0,00 |
0,00% |
1.315.302,06 |
0,00 |
0,00% |
1.477.854,60 |
0,00 |
0,00% |
40.011.030,79 |
0,00 |
0,00% |
|
Água pluvial |
767.032,40 |
0,00 |
0,00% |
270.809,20 |
0,00 |
0,00% |
221.394,00 |
0,00 |
0,00% |
286.055,14 |
0,00 |
0,00% |
213.745,20 |
0,00 |
0,00% |
2.683.738,00 |
0,00 |
0,00% |
|
Água de terceiros² |
n/d |
n/d |
n/d |
n/d |
n/d |
n/d |
n/d |
n/d |
n/d |
4.596,00 |
1.597,00 |
34,70% |
4.493,00 |
1.923,00 |
42,80% |
4.713,00 |
1.774,00 |
38,00% |
|
Água de superfície |
n/d |
n/d |
n/d |
n/d |
n/d |
n/d |
n/d |
n/d |
n/d |
4.596,00 |
1.597,00 |
34,70% |
4.493,00 |
1.923,00 |
42,80% |
4.713,00 |
1.774,00 |
38,00% |
|
Total |
314.878.463,80 |
29.406.242,20 |
9,30% |
324.038.403,40 |
28.965.102,50 |
8,90% |
317.020.320,90 |
28.790.518,90 |
9,10% |
323.104.473,00 |
1.597,00 |
0,00% |
353.223.902,80 |
1.923,00 |
0,00% |
426.715.806,59 |
1.774,00 |
0,00% |
| 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024² | 2025 | |||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Total de água captada | Total de água captada em áreas de estresse hídrico | Porcentagem de água captada em áreas de estresse hídrico | Total de água captada | Total de água captada em áreas de estresse hídrico | Porcentagem de água captada em áreas de estresse hídrico | Total de água captada | Total de água captada em áreas de estresse hídrico | Porcentagem de água captada em áreas de estresse hídrico | Total de água captada | Total de água captada em áreas de estresse hídrico | Porcentagem de água captada em áreas de estresse hídrico | Total de água captada | Total de água captada em áreas de estresse hídrico | Porcentagem de água captada em áreas de estresse hídrico | Total de água captada | Total de água captada em áreas de estresse hídrico | Porcentagem de água captada em áreas de estresse hídrico | |
|
Águas superficiais, incluindo áreas úmidas, rios e lagos |
1.506.967,68 |
n/d |
n/d |
1.499.520,94 |
0,00 |
0,00% |
1.171.062,73 |
2.134,69 |
0,14% |
1.409.352,07 |
0,00 |
0,00% |
2.119.767,00 |
0,00 |
0,00% |
1.911.037,72 |
0,00 |
0,00% |
|
Águas subterrâneas/lençóis freáticos |
299.893,36 |
n/d |
n/d |
141.445,05 |
0,00 |
0,00% |
145.135,00 |
0,00 |
0,00% |
187.183,60 |
0,00 |
0,00% |
195.071,00 |
0,00 |
0,00% |
382.940,87 |
0,00 |
0,00% |
|
Água pluvial |
0,00 |
n/d |
n/d |
0,00 |
0,00 |
0,00% |
0,00 |
0,00 |
0,00% |
0,00 |
0,00 |
0,00% |
0,00 |
0,00 |
0,00% |
0,00 |
0,00 |
0,00% |
|
Total |
1.806.861,04 |
n/d |
n/d |
1.640.965,99 |
0,00 |
0,00% |
1.316.197,73 |
2.134,69 |
0,13% |
1.596.535,67 |
0,00 |
0,00% |
2.314.838,00 |
0,00 |
0,00% |
2.293.978,59 |
0,00 |
0,00% |
| 2020 | 2021 | 2022 | 2023³ | 2024⁴ | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|
|
Total |
65.801.937,10 |
71.034.801,50 |
62.182.731,60 |
69.770.348,52 |
78.390.997,50 |
87.729.970,93 |
|
Em áreas de estresse hídrico² |
6.102.257,40 |
5.717.193,90 |
6.025.018,60 |
599,00 |
0,00 |
0,00 |
|
Específico (m³/t) |
6,30 |
6,30 |
5,50 |
6,45 |
6,58 |
7,15 |
| 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024³ | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|
|
Total |
1.806.861,04 |
1.640.965,99 |
1.651.233,91 |
1.596.535,67 |
2.314.838,00 |
2.293.978,59 |
|
Em áreas de estresse hídrico² |
N/D |
0,00 |
2.134,69 |
0,00 |
0,00 |
0,00 |
| 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| número total | número total | número total | número total | número total | número total | |
|
Total |
53 |
65 |
76 |
85 |
77 |
72 |
| 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| número total | número total | número total | número total | número total | número total | |
|
Total |
n/d |
n/d |
n/d |
10 |
10 |
10 |
| 2023 | 2024 | 2025 | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Total de água captada | Total de água captada em áreas de estresse hídrico | Porcentagem de água captada em áreas de estresse hídrico | Total de água captada | Total de água captada em áreas de estresse hídrico | Porcentagem de água captada em áreas de estresse hídrico | Total de água captada | Total de água captada em áreas de estresse hídrico | Porcentagem de água captada em áreas de estresse hídrico | |
|
Águas superficiais, incluindo áreas úmidas, rios e lagos |
322.907.871,87 |
0,00 |
0,00% |
353.647.577,10 |
0,00 |
0,00% |
385.927.362,52 |
0,00 |
0,00% |
|
Águas subterrâneas/ lençóis freáticos |
1.502.485,66 |
0,00 |
0,00% |
1.672.925,60 |
0,00 |
0,00% |
40.393.971,66 |
0,00 |
0,00% |
|
Água pluvial |
286.055,14 |
0,00 |
0,00% |
213.745,20 |
0,00 |
0,00% |
2.683.738,00 |
0,00 |
0,00% |
|
Água de terceiros |
4.596,00 |
1.597,00 |
35,00% |
4.493,00 |
1.923,00 |
43,00% |
4.713,00 |
1.774,00 |
38,00% |
|
Água de terceiros |
4.596,00 |
1.597,00 |
35,00% |
4.493,00 |
1.923,00 |
43,00% |
4.713,00 |
1.774,00 |
38,00% |
|
Total |
324.701.008,67 |
1.597,00 |
0,00% |
355.538.740,90 |
1.923,00 |
0,00% |
429.009.785,18 |
1.774,00 |
0,00% |
| 2023 | 2024 | 2025 | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Total | Em áreas de estresse hídrico | Porcentagem de água consumida em áreas de estresse hídrico (indústria + floresta) | Total | Em áreas de estresse hídrico | Porcentagem de água consumida em áreas de estresse hídrico (indústria + floresta) | Total | Em áreas de estresse hídrico | Porcentagem de água consumida em áreas de estresse hídrico (indústria + floresta) | |
|
Total |
71.366.884,19 |
599,00 |
0,00% |
80.705.835,50 |
0,00 |
0,00% |
90.023.949,52 |
0,00 |
0,00% |
| 2023 | 2024 | 2025 | |
|---|---|---|---|
|
Captação total por receita (ML/R$ mil) |
n/d |
n/d |
7,58 |
|
Consumo total por receita (ML/R$ mil) |
n/d |
n/d |
1,59 |