contexto

No passado, o furto de madeira era um dos principais impactos para o negócio da Suzano, criando conflitos com algumas das comunidades vizinhas às regiões de nossa operação. Em 2009, por exemplo, o furto de madeira representou para a empresa uma perda de mais de 650 mil metros cúbicos de madeira, um montante superior a 50 milhões de reais.

Nos últimos anos temos registrado uma redução significativa nas perdas de área decorrentes de furtos de madeira plantada. Esse resultado reforça a efetividade dos monitoramentos e das ações preventivas e estratégicas conduzidas pela área de Inteligência Patrimonial (IP).

Entre as principais iniciativas, destacam-se as campanhas de conscientização junto às comunidades vizinhas, pautadas pelo diálogo, além de um robusto programa de capacitação das equipes de segurança e vigilância para atuação preventiva.

Outro pilar estratégico é a parceria com as forças de segurança pública, que garante colaboração contínua e operações conjuntas com policiais locais, voltadas à fiscalização e ao combate ao furto de madeira.

Além disso, a Suzano, por meio da área de Inteligência Patrimonial, tem intensificado investimentos em tecnologias de última geração aplicadas ao monitoramento preventivo e contínuo dos ativos florestais. Essas soluções, integradas a ferramentas de Inteligência Artificial (IA) e machine learning, ampliam o uso de tecnologias preditivas, fortalecendo os resultados dentro de uma estrutura sólida de gestão de riscos.

Total de madeira furtada por região¹

202020212022202320242025
ha ha ha ha

Bahia

2.600,00

2.054,00

44,41

32,40

56,60

5,10

Espírito Santo

9.422,00

5.364,00

150,59

140,30

16,40

40,40

Maranhão

42,00

16,00

0,21

3,00

0,30

1,90

Mato Grosso do Sul

0,00

9,00

0,00

0,00

0,00

0,00

São Paulo

366,00

366,00

2,08

9,00

1,40

5,70

Total

12.430,00

7.809,00

197,29

184,70

74,70

53,10

  1. Até 2021, os dados de madeira furtada eram reportados em volume (m³). Em 2022, começamos a reportar em área [hectare (ha)], seguindo o padrão de como a operação florestal reporta os dados em relação a danos (incêndios). A metodologia foi alterada para estar alinhada à forma de reporte de outros danos ao ativo biológico da empresa. A diretoria recebe os números nessa unidade de medida (ha) nos reportes mensais e no fechamento anual. As metas dos executivos e executivas envolvidos no processo são, inclusive, medidas em hectares.