contexto

Gestão de resíduos sólidos nas operações industriais

As unidades industriais da Suzano possuem planos de gerenciamento de resíduos sólidos e procedimentos operacionais específicos, que trabalham com os três princípios da economia circular – eliminação de resíduos e poluição; manutenção de produtos e materiais em uso; e regeneração de sistemas naturais – e com os 7 Rs do consumo sustentável: redesenhar, reduzir, reutilizar, reparar, renovar, reciclar, recuperar. Dessa forma, a gestão dos resíduos tem como foco a redução da geração na fonte e o aumento da reciclagem e da reutilização interna.

Como resultado, a empresa consegue a redução do envio de resíduos para aterros industriais próprios e/ ou de terceiros. Para garantir maior conformidade e identificar oportunidades de melhoria, as unidades também são auditadas periodicamente em relação à sua gestão de resíduos sólidos. Em linha com o Compromisso para Renovar a Vida (CPRV) de redução de 70% dos resíduos sólidos industriais enviados para aterro até 2030, diminuímos, em 2025, para 12 kg/t o volume total de resíduos sólidos industriais enviados para aterros, o que representa um avanço de 100% com relação ao baseline da meta (44,3 kg/t – 2018).

Após a divulgação dos CPRVs, ocorrida em fevereiro de 2020, a meta de resíduos foi desdobrada para cada unidade industrial, e a governança foi integrada à rotina de gestão da companhia. A governança definida para a gestão do tema ocorre da seguinte forma: foram estabelecidas metas anuais e mensais para cada unidade industrial, e os resultados são acompanhados mensalmente com a Diretoria de Celulose, Engenharia e Energia.

A Suzano conta, ainda, com o Grupo de Trabalho de Meio Ambiente Industrial (GTMAI), que avalia os resultados mensalmente. Cada operação industrial monitora os indicadores de resíduos semanalmente com a Diretoria e Gerência Industrial e os executivos e executivas. Os resultados são divulgados nas reuniões mensais de resultados para conhecimento e engajamento de todos os colaboradores e colaboradoras da unidade nesse tema.

Individualmente, as unidades de Jacareí (SP), Limeira (SP), Mogi (SP), Três Lagoas (MS) e Rio Verde (SP) destacam-se por não terem enviado resíduos para aterro em 2025.

Além disso, investimos 72 milhões de reais na construção de centrais de tratamento de resíduos na Unidade Três Lagoas, que já opera em plena capacidade desde o final de 2020, e na Unidade Imperatriz (MA), que entrou em operação no primeiro trimestre de 2021.

Na Unidade Mucuri (BA), iniciamos um projeto, em 2021, com potencial de compostagem de cerca de 50% dos resíduos que eram enviados para aterro. Desde então, a unidade apresentou uma evolução no resultado, saindo de 59,8 kg/t em 2021 para 29,4 kg/t em 2025. No ano de 2025, a equipe de Venda de Itens Não Operacionais (VINO) conseguiu destinar 499,6 mil toneladas de resíduos industriais, com uma receita de 5,6 milhões de reais. Atualmente, a área possui uma média de 50 contratos ativos com foco na comercialização de resíduos industriais.

 

Resíduos sólidos não perigosos

A geração de resíduos não perigosos em 2025 apresentou um aumento de 43% em relação a 2024. Esse aumento está em linha com a aquisição da unidade da Suzano Packaging e a operação da unidade de Ribas do Rio Pardo.

É importante destacar que a Suzano mantém o compromisso com a ecoeficiência, que busca produzir mais gerando menos resíduos e consumindo menos recursos. Nosso foco é manter o resultado de 140 kg/t, faixa de referência dos padrões internacionais estabelecidos pelo Integrated Pollution Prevention and Control (IPPC) 2015 – European Commission.

 

Resíduos sólidos perigosos

Em 2025, a Suzano gerou 2.687 toneladas de resíduos perigosos, um volume 72% menor do que o gerado em 2024. No período, a geração específica de resíduos perigosos nas operações industriais passou de 0,56 kg/t em 2024 para 0,09 kg/t em 2025. A Suzano não gera resíduos radioativos de alto nível em suas operações. Por esse motivo, não há metas de redução associadas a esse tipo de resíduo, uma vez que sua geração é inexistente.

 

Gestão de resíduos sólidos nas operações florestais

A Suzano conduz a gestão de resíduos sólidos nas operações florestais de forma integrada e preventiva, garantindo aderência à legislação ambiental brasileira, às certificações florestais e às boas práticas de economia circular. Essa abordagem assegura o manejo adequado dos resíduos desde a geração até a destinação final, priorizando a redução na fonte, a reutilização e a reciclagem, antes de considerar a disposição final.

A gestão florestal de resíduos na Suzano segue as leis federais, estaduais e municipais sobre o tema, além dos padrões estabelecidos pelas certificações  pelas certificações FSC® (Forest Stewardship Council) e CERFLOR/PEFC e dos manuais e procedimentos operacionais internos. Conforme a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS – Lei 12.305/2010), todas as unidades operacionais da Suzano possuem um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) estruturado, que define as etapas de segregação, armazenamento, coleta, transporte, tratamento e disposição final

Todas as unidades operacionais da Suzano possuem um plano de gerenciamento estruturado, garantindo diretrizes adequadas para a gestão e o controle da segregação, armazenamento e destinação de cada tipo de resíduo gerado na operação. É realizada a logística reversa de pilhas e baterias de máquinas, embalagens de defensivos agrícolas e lâmpadas, conforme exigido pela PNRS. A companhia possui um sistema de controle de licenças relacionadas ao tema, para atendimento de condicionantes nos prazos acordados com os órgãos ambientais competentes.

Impactos positivos

A atuação responsável da Suzano na gestão de resíduos florestais gera benefícios ambientais, sociais e econômicos significativos, entre os quais se destacam:

  • Redução do volume de resíduos enviados a aterros industriais, ampliando a taxa de reciclagem e reaproveitamento de materiais.
  • Prevenção da contaminação do solo e da água, através da segregação adequada e da destinação ambientalmente correta de resíduos perigosos.
  • Fortalecimento da economia circular, com reaproveitamento de materiais como plásticos, tambores, óleos e resíduos orgânicos para compostagem ou geração de energia.
  • Geração de trabalho e renda por meio de parcerias com cooperativas e associações locais, presentes nos estados do Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul e São Paulo.
  • Melhoria na eficiência operacional e redução de custos ambientais e logísticos, resultado de uma cadeia de gestão estruturada e monitorada.
  • Contribuição para as metas climáticas da Suzano, ao minimizar emissões associadas ao transporte e à disposição final de resíduos.

Essas ações reforçam o compromisso da companhia em maximizar o valor dos recursos e promover benefícios ambientais e sociais duradouros nas regiões onde atua.

Impactos negativos e potenciais riscos

A Suzano reconhece que, apesar dos avanços obtidos, suas atividades florestais podem gerar impactos ambientais e sociais negativos se não forem adequadamente geridas.
Entre os principais riscos e potenciais impactos estão:

  • Geração de resíduos perigosos (Classe I), como óleos lubrificantes, filtros e embalagens de defensivos agrícolas, que exigem controle rigoroso de armazenamento e transporte.
  • Risco de contaminação acidental de solo ou corpos d’água devido a manuseio inadequado ou falhas em equipamentos.
  • Dependência de infraestrutura local de destinação, que pode gerar custos adicionais e desafios logísticos em regiões remotas.
  • Emissões indiretas de gases de efeito estufa associadas ao transporte e tratamento de resíduos.
  • Geração de resíduos volumosos em períodos de colheita ou manutenção intensiva de máquinas, exigindo reforço na logística e controle temporário de armazenamento.

Para mitigar esses riscos, a Suzano mantém sistemas de monitoramento contínuo, auditorias ambientais internas e externas, além de planos de contingência e de emergência ambiental.
As não conformidades identificadas são analisadas e tratadas com planos de ação corretiva e preventiva (PACs), garantindo a melhoria contínua do sistema de gestão.

 

As tabelas abaixo apresentam os seguintes dados:

  • Resíduos gerados nas operações industriais, por tipo;
  • Resíduos gerados nas operações florestais, por tipo;
  • Total de resíduos gerados na Suzano, por tipo;
  • Resíduos das operações industriais destinados para disposição;
  • Resíduos das operações florestais destinados para disposição;
  • Resíduos não destinados para disposição por operação de recuperação, na operação industrial;
  • Resíduos não destinados para disposição por operação de recuperação, na operação florestal;
  • Resíduos eletrônicos gerados nas operações.

Resíduos gerados nas operações industriais, por tipo

202020212022202320242025

Resíduos não perigosos

1.417.100,66

1.425.515,04

1.442.132,77

1.526.932,80

2.183.869,80

3.114.190,12

Resíduos perigosos

1.068,40

1.325,75

1.210,03

1.087,97

7.903,40

1.283,70

Total

1.418.169,06

1.426.840,77

1.443.342,80

1.528.020,77

2.191.773,20

3.115.473,82

Resíduos gerados nas operações florestais¹, por tipo

202020212022202320242025

Resíduos não perigosos

1.047,81

9.441,06

8.568,30

11.080,65

15.897,00

9.679,01

Resíduos perigosos

898,96

1.009,66

1.303,37

1.689,64

1.702,00

1.402,97

Total

1.946,77

10.450,72

9.871,67

12.770,29

17.599,00

11.081,98

  1. Nas operações florestais, a redução dos resíduos não perigosos entre 2024 e 2025 está principalmente associada à diminuição do volume de estaqueamento no período no Mato Grosso do Sul, reduzindo a quantidade de mudas geradas. Para as unidades industriais, a principal variação reflete a operação da unidade de Ribas do Rio Pardo e a aquisição de Suzano Packaging.

Resíduos das operações industriais destinados para disposição

202020212022202320242025
Não perigososPerigososTotalNão perigososPerigososTotalNão perigososPerigososTotalNão perigososPerigososTotalNão perigososPerigososTotalNão perigososPerigososTotal

Incineração (com recuperação de energia)¹

268.999,74

162,44

269.162,18

209.436,90

386,75

209.823,65

243.513,82

244,30

243.758,12

1.105.905,25

351,40

1.106.256,70

937.346,40

463,16

937.809,56

1.990.165,73

126,91

1.990.292,64

Incineração (sem recuperação de energia)

0,00

180,79

180,79

0,00

47,85

47,85

0,00

185,83

185,83

32,00

4,30

36,30

500,96

12,81

513,77

129,14

8,30

137,44

Confinamento em aterro

357.000,65

156,82

357.157,47

244.154,25

241,45

244.395,70

220.483,42

227,47

220.710,89

294.178,40

83,30

294.261,60

177.421,64

96,95

177.518,59

194.643,36

0,64

194.644,00

Outras operações de disposição

187.104,28

155,19

187.259,47

166.511,35

178,25

166.689,60

137.162,30

83,42

137.245,72

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Destinação com disposição desconhecida

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Total

813.104,67

655,24

813.759,91

620.102,50

854,31

620.956,81

601.159,54

741,02

601.900,56

1.400.115,67

438,90

1.400.554,60

1.115.269,00

572,92

1.115.841,92

2.184.938,23

135,85

2.185.074,08

  1. Realizamos uma revisão nas premissas e nos cálculos do indicador e passamos a reportar, a partir de 2023, toda a biomassa recuperada energeticamente em nossas caldeiras (cascas, lodo biológico e fibras perdidas no processo).

Resíduos das operações florestais destinados para disposição

20202021¹2022²2023³20242025
Não perigososPerigososTotalNão perigososPerigososTotalNão perigososPerigososTotalNão perigososPerigososTotalNão perigososPerigososTotalNão perigososPerigososTotal

Incineração (com recuperação de energia)

0,00

0,00

0,00

847,36

0,00

847,36

2.606,73

0,00

2.606,73

1.478,54

0,00

1.478,54

517,25

0,00

517,25

0,00

0,00

0,00

Incineração (sem recuperação de energia)

6,21

50,32

56,53

1,48

96,57

98,05

0,97

111,29

112,26

1,63

185,33

186,96

3,59

49,50

53,09

0,00

55,41

55,41

Confinamento em aterro

575,93

209,42

785,35

6.341,02

244,45

6.585,47

1.065,46

302,14

1.367,60

3.625,55

211,78

3.837,33

4.068,31

209,78

4.278,09

609,11

416,45

1.025,56

Outras operações de disposição

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

220,18

2,00

222,18

0,00

0,00

0,00

Destinação com disposição desconhecida

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

67,95

200,63

268,58

0,00

0,00

0,00

Total

582,14

259,74

841,88

7.189,86

341,02

7.530,88

3.673,16

413,43

4.086,59

5.105,72

397,11

5.502,83

4.877,28

461,91

5.339,19

609,11

471,86

1.080,97

  1. Em 2021, a quantidade destinada para confinamento em aterro foi consideravelmente maior em relação aos anos anteriores, devido à quantidade de resíduos gerados no Terminal Ferroviário de Sete Lagoas (MG), provenientes do descasque da madeira (cascas e toretes). Além disso, na fábrica de Aracruz (ES), a destinação dos resíduos da logística florestal (PSM) era feita junto com os resíduos da indústria.
  2. Em 2022, o aumento da quantidade de resíduos destinados para incineração (com recuperação de energia) foi consideravelmente maior em relação aos anos anteriores, devido à alteração da destinação das cascas de madeira no Espírito Santo, que anteriormente eram encaminhadas para confinamento em aterro.
  3. Em 2023, o aumento de resíduos destinados para confinamento em aterro ocorreu por causa da expansão do Projeto Cerrado.
  4. Com a redução do volume de geração de resíduos de mudas (resíduos não perigosos), reduziu-se a destinação para confinamento em aterro quando se compara 2024 e 2025. As variações positivas em 2025 refletem a manutenção do aterro zero para os resíduos industriais das unidades de Belém, Cachoeiro do Itapemirim, Jacareí, Limeira, Maracanaú, Mogi das Cruzes e Três Lagoas.

Resíduos não destinados para disposição por operação de recuperação¹, na operação industrial

202020212022202320242025
Não perigososPerigososTotalNão perigososPerigososTotalNão perigososPerigososTotalNão perigososPerigososTotalNão perigososPerigososTotalNão perigososPerigososTotal

Preparação para reutilização

106.498,30

52,05

106.550,35

95.800,15

144,83

95.944,98

126.870,38

54,02

126.924,40

154.706,28

87,94

154.794,20

185.682,97

0,42

185.683,39

97.610,81

0,31

98.171,47

Reciclagem

175.481,89

165,16

175.647,05

166.247,00

58,31

166.305,31

195.530,15

119,08

195.649,23

528.375,41

450,55

528.826,00

557.662,08

3.994,67

561.656,75

476.510,40

772,03

477.376,11

Outras operações de recuperação²

319.733,42

182,44

319.915,86

493.955,37

335,19

494.290,56

481.116,36

272,51

481.388,87

285.400,67

14,14

285.414,80

288.830,46

213,64

289.044,10

582.647,84

414,22

595.455,02

Destinação com disposição desconhecida

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Total

601.713,61

399,65

602.113,26

756.002,52

538,33

756.540,85

803.516,89

445,61

803.962,50

968.482,36

552,63

969.035,00

1.032.175,51

4.208,73

1.036.384,25

1.156.769,05

13.579,52

1.170.348,56

  1. Realizamos uma revisão nas premissas e nos cálculos do indicador e, por isso, reorganizamos os tipos de disposição de resíduos nas categorias disponíveis do indicador do GRI. 
  2. Nesta categoria foram consideradas as destinações de compostagem e logística reversa.

Resíduos não destinados para disposição por operação de recuperação, na operação florestal

2020202120222023¹20242025
Não perigososPerigososTotalNão perigososPerigososTotalNão perigososPerigososTotalNão perigososPerigososTotalNão perigososPerigososTotalNão perigososPerigososTotal

Preparação para reutilização

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

275,15

0,00

275,15

0,00

0,00

0,00

Reciclagem

460,88

0,00

460,88

1.362,53

0,00

1.362,53

3.643,72

0,00

3.643,72

5.550,76

65,31

5.616,07

3.521,99

142,16

3.664,15

4.777,57

73,36

4.850,93

Outras operações de recuperação

4,79

639,22

644,01

894,68

668,64

1.563,32

1.251,42

889,94

2.141,36

424,17

1.227,22

1.651,39

7.222,67

1.098,71

8.321,38

4.273,80

857,76

5.131,56

Destinação com disposição desconhecida

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Total

465,67

639,22

1.104,89

2.257,21

668,64

2.925,85

4.895,14

889,94

5.785,08

5.974,93

1.292,53

7.267,46

11.019,81

1.240,87

12.260,68

9.051,37

931,12

9.982,49

  1. As variações positivas em 2025 refletem a manutenção do aterro zero para os resíduos industriais das unidades de Belém, Cachoeiro do Itapemirim, Jacareí, Limeira, Maracanaú, Mogi das Cruzes e Três Lagoas.

Total de resíduos gerados na Suzano, por tipo

202020212022202320242025

Resíduos não perigosos

1.418.148,00

1.434.926,00

1.450.700,00

1.538.013

2.199.767

3.123.869

Resíduos perigosos

1.967,00

2.355,00

2.513,00

2,78

9,61

2,69

Total

1.419.845,00

1.437.261,00

1.453.213,00

1.540.791

2.209.372

3.126.556

Resíduos eletrônicos gerados nas operações

202320242025

Operações industriais²

n/a

n/a

19,00

Operações florestais

n/a

n/a

73,00

Total

n/a

n/a

92,00

  1. O indicador passou a ser reportado a partir de 2025. Por isso, os resultados retroativos não são aplicáveis.
  2. Os resíduos eletrônicos gerados nas operações industriais não são materiais, visto que refletem apenas materiais de uso de escritório, com baixo volume.